Arquivo de março de 2010

Ameaça de chuva revive pesadelo na Malásia, que teve GP abortado em 2009

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quarta-feira, 31 de março de 2010
Prova da Malásia

Prova da Malásia em 2009

A quatro dias do GP da Malásia, o pesadelo do ano passado já ronda Sepang. A previsão de chuva forte e calor intenso para o fim da tarde deste domingo não tem deixado pilotos e equipes esquecerem que, em 2009, a prova foi interrompida na 31ª das 56 voltas por falta de condições da pista. Nem mesmo a antecipação da largada de 17h para 16h (5h no horário de Brasília) é o suficiente para a Fórmula 1 dormir tranquila nos dias que antecedem a corrida.

- O clima será, sem dúvida, o maior desafio para pilotos, carros e equipes – afirmou Norbert Haug, diretor esportivo da Mercedes.

A previsão da meteorologia é de chuva pesada, umidade alta e muito calor, apesar de a probabilidade destas condições diminuir um pouco para o horário do GP e do treino classificatório de sábado.

- A previsão é de que a chuva comece por volta das 16h e dure duas horas – afirmou em nota oficial o Departamento de Meteorologia da Malásia.

No ano passado, a tempestade encerrou a corrida na 31ª volta, dando a vitória a Jenson Button, então na Brawn GP. Ele que ganhou apenas a metade dos pontos. A prova começou com pista seca e assim permaneceu por 20 voltas, mas a chuva começou a cair e obrigou todos os pilotos a trocar pneus.

fonte: esportes.globo.com

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Bruno Senna espera ‘libertar a mente’ para ter um melhor resultado na Malásia

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terça-feira, 30 de março de 2010

O brasileiro Bruno Senna aposta em seu conhecimento do circuito de Sepang para “libertar” sua mente e ter um melhor resultado na terceira corrida da temporada 2010 da Fórmula 1. Depois de não completar as provas do Bahrein e da Austrália, o piloto da Hispania diz estar ansioso para o GP da Malásia, neste domingo.

Tanto no Bahrein quanto na Austrália, Bruno Senna abandonou o GP antes de passar pela bandeirada final. Em Melbourne, no domingo, onde venceu sua primeira corrida na carreira, ainda na Fórmula 3, em 2006, o brasileiro começou bem, mas um problema no carro o fez sair da pista.

- Estou ansioso para o GP da Malásia. Estou animado para ir para lá. Como pilotei lá na GP2, conheço bem o circuito. Isso vai libertar minha mente e espero que tenhamos uma corrida melhor em termos de performance. Vamos ver o que eu consigo fazer em Sepang – disse o brasileiro.

fonte: esportes.globo.com

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Primeira etapa do Mini Challenge em Interlagos é sucesso

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segunda-feira, 29 de março de 2010
Os  pilotos deram show em Interlagos

Os pilotos deram show em Interlagos

A primeira prova da Mini Challenge foi marcada por muitas emoções, a começar pelos muitos giros , toques e derrapadas. Na primeira bateria, o estreante Bruno Henriques, foi o mais rápido, completando as 14 voltas da prova em 27min31seg197, entrando para a história da Mini Challenge no Brasil.

Fábio Viscardi fatura a segunda bateria da Mini Challenge

Dono da melhor volta na primeira bateria, o piloto Fábio Viscardi foi buscar o seu melhor desempenho para a sua segunda prova do dia. Fábio, que corre individualmente na Mini Challenge, conquistou o primeiro lugar na segunda bateria da modalidade na primeira etapa da disputa.

Com esses resultados o líder da ccompetição é Helio Saraiva (pingo) com 34 pontos, seguido de perto por Bruno Henriques, Guto Negrão e Fábio Viscardi com a mesma pontuação.

A próxima etapa da Mini Challenge será no Rio de Janeiro dia 22 de maio em rodada dupla.

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Sob chuva, Hamilton lidera dobradinha da McLaren nos treinos livres da Austrália

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sexta-feira, 26 de março de 2010
Hamilton foi o mais veloz de Astrália

Hamilton foi o mais veloz da Austrália

O inglês Lewis Hamilton aproveitou o curto período de tempo antes da chuva forte que caiu em Melbourne e cravou o melhor tempo do primeiro dia de treinos para o Grande Prêmio da Austrália, que terá largada na madrugada de domingo, às 3 horas (de Brasília). Seu companheiro de equipe Jenson Button fez a segunda volta mais rápida e assegurou a dobradinha da McLaren. Rubens Barrichello foi o melhor brasileiro, em nono lugar.

O segundo treino livre começou com um pequeno atraso devido a uma leve chuva, que não chegou a atrapalhar o desempenho dos carros no início da sessão, que seria interrompida três vezes por causa da água. Os primeiros 15 minutos foram bem aproveitados por Hamilton, que marcou 1min25s801, seguido de perto por Button, com 1min26s076, os dois melhores tempos do dia contando as duas sessões livres.

“Não fui para a pista enquanto ela estava molhada”, observou Hamilton. “Ainda temos algumas coisas para ajustar na terceira sessão livre, mas corremos bem, deu para sentir a resposta do carro”, completou. Seu companheiro Button também foi cauteloso: “Foi só prática, e estou certo de que estivemos com menos combustível que a Ferrari e a Red Bull, mas vamos ver amanhã”.

Mesmo com a chuva, os tempos foram melhores no segundo treino, e o australiano Mark Webber terminou na segunda colocação, logo à frente de Michael Schumacher. A Renault, que liderou a primeira sessão com Kubica, voltou a andar bem, mas desta vez com Vitaly Petrov, em quinto lugar. O polonês não melhorou o seu tempo e foi o décimo melhor do dia.

Após finalmente conseguir superar o companheiro Rosberg, Schumacher comemorou a sua quarta colocação: “Como sempre nas sextas-feiras, é difícil julgar por esse desempenho, já que todos pareciam ter prioridades diferentes. Mas estou muito feliz com os treinos, mesmo que não tenhamos corrido tanto”.

Barrichello, que foi o primeiro a entrar na pista após a primeira chuva leve, acabou como o melhor brasileiro, com o nono melhor tempo.

A Ferrari não aproveitou tão bem as condições da pista molhada, focou nos ajustes do carro e seus dois pilotos não melhoraram tempos em relação ao primeiro treino.

Massa foi o 17º da segunda sessão, e Alonso o 15º. Mas o brasileiro terminou à frente do espanhol no consolidado dos treinos.

“Foi uma sexta-feira pior do que a gente teve no Bahrein, pela condição do tempo. De manhã foi bom, mas não foi uma tarde 100% para todos. Não conseguimos fazer uma série de voltas seguidas com os dois tipos de pneus, então vamos para a corrida com um pouco menos de experiência”, avaliou Massa.

Para os novatos Bruno Senna e Karun Chandhok, o segundo treino foi ruim – nenhum dos dois pilotos da estreante Hispania completou voltas. O brasileiro nem saiu dos boxes, e o indiano foi o primeiro a abandonar o treino. Na Virgin, Lucas Di Grassi teve problemas com a telemetria e acabou sem marca. Seu companheiro Timo Glock também teve problemas e completou apenas nove voltas, com o pior tempo entre os que foram à pista.

fonte: esportes.uol.com.br

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Felipe Massa luta contra tabu para diminuir diferença para Alonso na Austrália

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quinta-feira, 25 de março de 2010
Massa não costuma ter sorte em Melbourne

Felipe Massa não costuma ter sorte em Melbourne

Após ser o segundo colocado na corrida de abertura da temporada no Bahrein, quando fechou a dobradinha da Ferrari atrás do vencedor Fernando Alonso, o brasileiro Felipe Massa terá de quebrar um tabu no GP da Austrália, neste final de semana, para diminuir a diferença para o companheiro de equipe na tabela de classificação do Mundial. Alonso tem 25 pontos, contra 18 do brasileiro.

Mesmo com Red Bull, McLaren e Mercedes na briga pela vitória, a Ferrari deve manter sua força e continuar figurando entre as primeiras colocações em Melbourne. Com isso, Massa e Alonso poderão permanecer na ponta da tabela mesmo se não vencerem.

Portanto, chegar na frente do espanhol em Melbourne pode significar até a liderança do campeonato para Massa, que de quebra evitaria que o espanhol abrisse vantagem na luta pelo posto de primeiro piloto da equipe italiana. Apesar de ainda não haver hierarquia entre os ferraristas, dificilmente a equipe manterá essa situação até o fim da temporada, que promete ser bastante equilibrada.

Mas para vencer o bicampeão este domingo, o brasileiro precisa mudar sua sorte em Melbourne. Massa terminou apenas duas das sete corridas que disputou lá: em 2005, com a Sauber, largou em 18º e chegou em 10º, último entre os que terminaram a prova; em 2007, com a Ferrari, teve problemas na classificação e largou em último, fechando a corrida em 6º e somando os únicos pontos de sua carreira em Albert Park.

Antes, Massa se envolveu em acidentes em 2002 (Sauber) e 2006 (Ferrari). Em 2004 (Sauber) e 2008 (Ferrari), foi o motor que o deixou a pé. No ano passado, largou em 6º, mas deixou a prova com problemas na suspensão de sua Ferrari. Sua melhor posição de largada foi um quarto lugar em 2008, ano em que foi vice-campeão mundial.

Seu atual companheiro de equipe, porém, tem um histórico respeitável na Austrália. Alonso completou todas as oito corridas que fez em Melbourne, conquistando um total de quatro pódios. Alonso nunca fez uma pole position naquela pista, mas chegou a largar em segundo em 2007.

O espanhol soma uma vitória em 2006 (Renault), um segundo lugar em 2007 (McLaren), dois terceiros em 2004 e 2005 (Renault), um quarto e um quinto lugares em 2008 e 2009, respectivamente – nestas ocasiões com um carro pouco competitivo da Renault –, e uma sétima posição em 2001, quando fez sua estreia na categoria com a Minardi.

Entre 1996 e 2009, o GP da Austrália só não abriu a temporada de 2006. Por isso, muitos pilotos do atual grid fizeram sua estreia na categoria naquela pista. Massa e Alonso não fogem a essa regra. Porém, ambos têm históricos bastante diferentes em Albert Park.

Mas, apesar de o histórico do brasileiro ser desfavorável em relação ao do espanhol, uma característica do GP da Austrália pode ser animadora para Massa: nas últimas três corridas em Melbourne, o pole position venceu. Massa é muito rápido na classificação, e largou na frente de Alonso no Bahrein. Portanto, repetir o feito no próximo sábado pode ser o primeiro passo para superar Alonso na tabela.

fonte: esportes.uol.com.br

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Chuva e traçado de rua prometem corrida com mais emoção na Austrália

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quarta-feira, 24 de março de 2010
Estreia do novo safety Car promete chamar a atenção em Melborne

Estréia do novo safety Car promete chamar a atenção em Melborne

Depois de avaliar como “chata” a primeira corrida do ano no Bahrein, a Fórmula 1 passou as últimas duas semanas discutindo a possibilidade de criar novas regras para trazer mais emoção aos GPs. No entanto, mesmo sem nenhuma solução até o momento, três características do GP da Austrália devem colaborar para diminuir a polêmica: traçado de rua, histórico e possibilidade de chuva.

O primeiro motivo para acreditar que a prova deste domingo será mais interessante para o público que a de Sakhir é o próprio circuito de Melbourne, que tem característica de pista urbana. Em vários pontos do traçado não há área de escape, e um erro pode facilmente levar o piloto para o muro.

Por causa disso, a corrida em Melbourne costuma ter muitas bandeiras amarelas, entradas de safety car e abandonos, que criam muitas alternativas durante a corrida. Como aconteceu na prova do ano passado, quando a prova terminou sob bandeira amarela, com o carro de segurança na pista. Antes, o acidente de Kasuki Nakajima já tinha forçado a entrada do safety car entre as voltas 18 e 24. Em 2008, apenas seis carros receberam a bandeirada.

“Acho que vai ser uma das pistas que vai começar a mostrar quem erra mais e quem erra menos entre os pilotos. É uma pista onde é bem fácil errar”, disse Bruno Senna.

Outro fator que pode trazer mais emoção na Austrália é a possibilidade de chuva durante o final de semana. O The Weather Channel, por exemplo, prevê céu nublado e 40% de chances de precipitação no sábado e 30% no domingo. Os sites Agora Tempo e Freemeteo também mostram presença de nuvens e possibilidade de chuva para os dois dias em Melbourne.

Ídolo na Austrália, o piloto local Mark Webber torce pela chuva em Melbourne. “Sabemos que o tempo aqui pode variar bastante, então muitas coisas podem mudar repentinamente”, disse o piloto da Red Bull à GP Week. Por ter passado boa parte da prova “preso” atrás de carros mais lentos sem conseguir passar, Webber foi um dos que mais criticou a corrida no Bahrein, pedindo soluções para facilitar ultrapassagens.

Mas há quem diga que é preciso esperar um pouco mais para se pensar em mudança de regras. “É muito cedo para se tirar conclusões e para pensar em mudanças no regulamento”, escreveu Fernando Alonso em seu blog, na terça-feira. “Temos que ver como se desenvolvem as corridas para examinar a situação com mais calma. Uma constante mudança de regras pode confundir os fãs”, disse o espanhol da Ferrari.

fonte: esportes.uol.com.br

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Vitorioso em 2009, Button prevê McLaren mais veloz em Melbourne

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terça-feira, 23 de março de 2010
Jenson Button em evento promocional do GP de Melbourne, na Austrália

Jenson button em evento promocional do GP de Melbourne, na Austrália

O atual campeão mundial da Fórmula 1 Jenson Button não teve um grande começo de campeonato, com sua McLaren ficando atrás de Ferraris, Mercedes e Red Bull. Para o GP de Melbourne, neste domingo, ele espera ver um carro mais veloz, em busca de um resultado mais parecido com o que teve em 2009.

“No último ano, este GP foi um conto de fadas para mim. Eu peguei a pole e venci, o que foi um dos momentos mais emocionantes e sentimentais da minha carreira”, disse Button, já na Austrália para a segunda prova do ano.

Button foi sétimo colocado no Bahrein, em prova que teve dobradinha da Ferrari, liderada por Fernando Alonso. Seu companheiro, Lewis Hamilton, campeão da temporada 2008, completou o pódio em terceiro.

“Acho que chegaremos muito mais perto aqui. O circuito deve se encaixar melhor a nós”, analisou o inglês. “Lewis já foi bem aqui e eu também, então esperamos um bom resultado. A primeira prova foi bem difícil para nós, então um pódio em Melbourne seria fantástico.”

O piloto britânico coloca a Red Bull como favorita. Sebastian Vettel foi pole position e liderou boa parte da prova, partindo para um triunfo tranquilo. Não venceu devido a um problema mecânico.

PROVAS MAIS DISPUTADAS

Button concordou que a abertura do Mundial teve pouca emoção, uma crítica bastante ouvida após a prova, principalmente devido à falta de grandes ultrapassagens.

“A última prova não foi excitante do ponto de vista dos fãs. Acho que temos de melhorar, estudar o que aconteceu, mas não ficarmos muito preocupados. Temos de trabalhar para melhorar o espetáculo quando ele não acontecer”, afirmou o atual campeão.

fonte: esportes.uol.com.br

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Transmissão da GT3 Brasil 2010 pela Race TV

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segunda-feira, 22 de março de 2010

A Race TV vem a público comunicar que não transmitiu a etapa da GT3 Brasil em São Paulo neste último final de semana por falta de acordo com o organizador do evento. Esclarecemos ainda que toda e qualquer transmissão realizada pela Race TV será previamente divulgada no nosso site, e-mail mkt e nas nossas redes sociais.

Contamos com a compreensão de todos os telespectadores e fã de motorsports.

Race TV

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Viviane Senna vê semelhanças entre Ayrton e Bruno após corrida no Bahrein

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segunda-feira, 22 de março de 2010
Bruno Senna: é inevitável a comparação com o tio ídolo

Bruno Senna: é inevitável a comparação com o tio ídolo

Comparar a habilidade de Ayrton Senna com a de seu sobrinho é, obviamente, uma injustiça com Bruno Senna. Mesmo assim, desde que começou sua carreira, o piloto da Hispania na Fórmula 1 respondeu em quase todas as suas entrevistas perguntas sobre a responsabilidade de carregar consigo o sobrenome de uma lenda do automobilismo mundial.

Talvez porque Bruno “sofra” com um agravante que torna quase inevitável uma comparação entre os dois: a impressionante semelhança física com seu tio. Mas mesmo com o peso do sobrenome, a herança genética pode ser uma vantagem na sequência da carreira do jovem que acaba de chegar à Fórmula 1.

Mãe de Bruno e irmã de Ayrton Senna, Viviane Senna vê no filho algumas características que marcaram a carreira de seu irmão. “Fora a semelhança física, que todos mencionam muito, ele tem a mesma determinação que o Ayrton tinha. A coisa da disciplina, da dedicação, do foco no trabalho”, disse Viviane.

Segundo a presidente do Instituto Ayrton Senna, tais semelhanças puderam ser percebidas já na primeira corrida do filho na Fórmula 1, no GP do Bahrein, quando Bruno e a igualmente estreante equipe Hispania correram contra o tempo para preparar para a prova um carro que nunca havia sido testado.

“Até um jornalista que acompanha todos os GPs comentou comigo que ficou impressionado com o modo como o Bruno atendeu à imprensa no Bahrein. Era uma quantidade enorme de gente mesmo. Afinal, tem toda essa coisa da volta do sobrenome Senna à categoria”, falou Viviane.

“O Bruno terminou as entrevistas e mudou o foco totalmente para o carro, como se girasse uma chave. Saiu daquele ambiente tão agitado, se virou para o carro e de repente apagou. Era ele, o carro e a equipe. Ele tem esse dom de concentração, foco e disciplina”, contou Viviane, que celebrou no último domingo a data em que o irmão Ayrton completaria 50 anos de idade.

fonte: esportes.uol.com.br

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McLaren leva rivalidade com Ferrari para o mercado de carros esportivos

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sexta-feira, 19 de março de 2010
Pilotos Jenson Button e Lewis Hamilton lançam o novo McLaren MP4-12C na fábrica de Woking

Pilotos Jenson Button e Lewis Hamilton lançam o novo McLaren MP4-12C na fábrica de Woking

A McLaren revelou nesta quinta-feira o primeiro de uma série de supercarros de rua com os quais pretende levar a rivalidade da Fórmula 1 com a Ferrari para fora das pistas de corrida. A McLaren disse que o novo MP4-12C representa um “passo lógico” para a empresa inglesa. O modelo deve custar cerca de US$ 230 mil (R$ 411 mil).

“Sabemos que é um mercado competitivo, sabemos que muitas pequenas empresas entram e saem, mas não seremos uma delas”, disse Ron Dennis em uma coletiva de imprensa depois que os pilotos campeões mundiais do time de F-1, Lewis Hamilton e Jenson Button, apresentaram o carro para a imprensa.

“Chegamos para ficar”, disse Dennis, que deixou o comando da equipe de Fórmula 1 no ano passado para comandar o McLaren Automotive. “Nosso pedigree, nossa história e nossa marca podem definitivamente apoiar uma entrada neste segmento de mercado. Existem algumas estatísticas assustadoras que ficaram na minha cabeça nos últimos anos”, continuou.

“Acho que a mais assustadora é que desde 1966, quando a McLaren chegou aos Grandes Prêmios, 106 times de Fórmula 1 surgiram e acabaram”, contou Ron Dennis. “Para mim, permanecer exclusivamente como time de Fórmula 1 é ir para uma extinção quase certa. É imperativo aumentar a base comercial da empresa”, finalizou.

Fonte: esportes.uol.com.br

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