Arquivo de abril de 2010

Não é só você sentar lá e guiar”, explica Di Grassi

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Di Grassi

Após quatro corridas do seu primeiro campeonato como piloto oficial de F-1, Lucas di Grassi mostra sua contentamento de estar na principal categoria do automobilismo mundial.

“Eu estou muito satisfeito de estar na F-1, de estar em uma equipe em que confio, que está me dando suporte e que está evoluindo a cada corrida”, afirmou o piloto brasileiro em entrevista ao Tazio.

Di Grassi explica que encontrar o acerto ideal do carro em meio a tantas variáveis e conseguir uma volta de classificação sem erros são os dois fatores mais complicados da F-1.

“Para você acertar uma volta na classificação é muito mais complexo do que eu imaginava. Hoje em dia na F-1 você é obrigado a acertar o carro com pneu mole, com pneu duro, com pouco e muito combustível. Então existem muitas variáveis para você trabalhar e conseguir um acerto ótimo. Isso é o que achei mais complicado. Não é só você sentar lá e guiar”, disse o paulista de 25 anos.

“Se você vacilar em qualquer ponto, você acaba perdendo meio segundo muito rápido. Na China eu fui mais rápido que o Glock no primeiro e segundo setores, mas cometi um pequeno erro no último setor que me custou quatro décimos e essa foi nossa diferença na classificação. Então você precisa estar muito concentrado para tirar o máximo do carro durante todo o final de semana.”

Para completar, Di Grassi afirmou que está conseguindo cada vez mais contribuir com o trabalho de desenvolvimento da equipe Virgin e que está se aproximando do seu companheiro de equipe.

“A equipe está confiando no meu trabalho e no que eu posso desenvolver em paralelo ao que o Glock está desenvolvendo. E a equipe está muito satisfeita que eu estou cada vez mais perto dele e isso também o deixa motivado em tentar andar mais rápido toda vez. Eu acho que estou cada vez mais perto dele em classificação e em ritmo de corrida”, finalizou.

Fonte:tazio.uol.com.br

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Não é só você sentar lá e guiar”, explica Di Grassi

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Di Grassi

Após quatro corridas do seu primeiro campeonato como piloto oficial de F-1, Lucas di Grassi mostra sua contentamento de estar na principal categoria do automobilismo mundial.

“Eu estou muito satisfeito de estar na F-1, de estar em uma equipe em que confio, que está me dando suporte e que está evoluindo a cada corrida”, afirmou o piloto brasileiro.

Di Grassi explica que encontrar o acerto ideal do carro em meio a tantas variáveis e conseguir uma volta de classificação sem erros são os dois fatores mais complicados da F-1.

“Para você acertar uma volta na classificação é muito mais complexo do que eu imaginava. Hoje em dia na F-1 você é obrigado a acertar o carro com pneu mole, com pneu duro, com pouco e muito combustível. Então existem muitas variáveis para você trabalhar e conseguir um acerto ótimo. Isso é o que achei mais complicado. Não é só você sentar lá e guiar”, disse o paulista de 25 anos.

“Se você vacilar em qualquer ponto, você acaba perdendo meio segundo muito rápido. Na China eu fui mais rápido que o Glock no primeiro e segundo setores, mas cometi um pequeno erro no último setor que me custou quatro décimos e essa foi nossa diferença na classificação. Então você precisa estar muito concentrado para tirar o máximo do carro durante todo o final de semana.”

Para completar, Di Grassi afirmou que está conseguindo cada vez mais contribuir com o trabalho de desenvolvimento da equipe Virgin e que está se aproximando do seu companheiro de equipe.

“A equipe está confiando no meu trabalho e no que eu posso desenvolver em paralelo ao que o Glock está desenvolvendo. E a equipe está muito satisfeita que eu estou cada vez mais perto dele e isso também o deixa motivado em tentar andar mais rápido toda vez. Eu acho que estou cada vez mais perto dele em classificação e em ritmo de corrida”, finalizou.

Fonte:tazio.uol.com.br

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Não é só você sentar lá e guiar”, explica Di Grassi

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Di Grassi

Após quatro corridas do seu primeiro campeonato como piloto oficial de F-1, Lucas di Grassi mostra sua contentamento de estar na principal categoria do automobilismo mundial.

“Eu estou muito satisfeito de estar na F-1, de estar em uma equipe em que confio, que está me dando suporte e que está evoluindo a cada corrida”, afirmou o piloto brasileiro em entrevista ao Tazio.

Di Grassi explica que encontrar o acerto ideal do carro em meio a tantas variáveis e conseguir uma volta de classificação sem erros são os dois fatores mais complicados da F-1.

“Para você acertar uma volta na classificação é muito mais complexo do que eu imaginava. Hoje em dia na F-1 você é obrigado a acertar o carro com pneu mole, com pneu duro, com pouco e muito combustível. Então existem muitas variáveis para você trabalhar e conseguir um acerto ótimo. Isso é o que achei mais complicado. Não é só você sentar lá e guiar”, disse o paulista de 25 anos.

“Se você vacilar em qualquer ponto, você acaba perdendo meio segundo muito rápido. Na China eu fui mais rápido que o Glock no primeiro e segundo setores, mas cometi um pequeno erro no último setor que me custou quatro décimos e essa foi nossa diferença na classificação. Então você precisa estar muito concentrado para tirar o máximo do carro durante todo o final de semana.”

Para completar, Di Grassi afirmou que está conseguindo cada vez mais contribuir com o trabalho de desenvolvimento da equipe Virgin e que está se aproximando do seu companheiro de equipe.

“A equipe está confiando no meu trabalho e no que eu posso desenvolver em paralelo ao que o Glock está desenvolvendo. E a equipe está muito satisfeita que eu estou cada vez mais perto dele e isso também o deixa motivado em tentar andar mais rápido toda vez. Eu acho que estou cada vez mais perto dele em classificação e em ritmo de corrida”, finalizou.

Fonte:tazio.uol.com.br

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Ainda sou empresário de Alonso”, revela Briatore

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terça-feira, 27 de abril de 2010

briatore e alonso

Flavio Briatore confirmou que continua atuando como empresário de Fernando Alonso. Numa entrevista publicada hoje na revista “Speedweek”, o italiano explicou que continua acompanhando a F-1 com interesse.

“Sim, eu continuo como empresário de Alonso. Tenho muitos amigos e continuo cuidando de alguns pilotos por lá. Sinto falta da F-1 pelas pessoas. Dos pilotos e também dos outros chefes de equipe. Sempre me dei bem com todos, com algumas exceções”, disse.

Segundo ele, foram os próprios pilotos que não quiseram encerrar o trabalho com ele. “Se isso poderia continuar, dependia dos passos judiciais que haviam sido tomados contra mim. Ainda bem que isto terminou agora. Quero deixar o caso de Cingapura para trás e ter uma relação normal com a FIA. Era importante acharmos juntos uma solução razoável para o caso. Um acordo extra-judicial foi o caminho mais inteligente”, explicou Briatore.

O acordo com a FIA prevê que ele não trabalhe para nenhuma equipe da categoria até 2013. “Mas no momento não há nenhum plano concreto para voltar. A posição de chefe de equipe não me interessa hoje em dia”, afirmou.

Briatore ainda colocou em ordem os pilotos que acha os melhores do grid atualmente. “Alonso, Hamilton, Kubica, Massa, Button, Schumacher e Vettel. Mas nunca descobriremos se isso é certo, porque todos teriam de estar em carros iguais. Em alguns anos, o Mundial foi falsificado por carros que estavam um nível acima dos outros. Não quero citar nomes, mas um piloto inglês e um canadense só foram campeões por terem um carro muito melhor”.

Quanto ao desempenho de seu ex-pupilo Michael Schumacher, Briatore se mostra cético. “Está sendo como eu imaginava. Um oitavo título mundial sempre me pareceu inalcançável. Por um lado, há o carro _a Mercedes não é tão competitiva como a Red Bull, que em 2009 mereceu mais o título que a Brawn. O outro problema são os pilotos. Para ser campeão, Schumacher precisa bater Alonso, Button, Hamilton, Massa e Rosberg. Se conseguir isso, serei o primeiro a aplaudir. Mas é difícil imaginar que ele consiga”.

Fonte: tazio.uol.com.br

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Button e Rosberg contrariaram as previsões sobre duelos contra seus companheiros

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

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As disputas entre companheiros nas quatro principais equipes geraram grande expectativa antes do início da temporada 2010 da Fórmula 1. Agora, passadas as quatro primeiras etapas do ano, dois pilotos surpreenderam ao contrariar totalmente os prognósticos sobre seus desempenhos perante os parceiros de garagem: Nico Rosberg e Jenson Button.

Apesar de Button ser o atual campeão mundial, pouca gente esperava que ele se saísse tão bem diante de seu novo companheiro, Lewis Hamilton, tido como “queridinho” dentro da McLaren. Mesmo sem apresentar o estilo agressivo e as ultrapassagens de Hamilton, Button se aproveitou da experiência e da pilotagem suave para vencer duas (Austrália e China) das quatro corridas disputadas até o momento.

O atual campeão ocupa o topo da tabela e soma 60 pontos (duas vitórias, um sétimo e um oitavo lugares), contra 49 de seu compatriota (um terceiro, dois sextos e um segundo lugares), quarto colocado. Button também leva vantagem nos treinos de classificação: o “calouro” da McLaren largou na frente de seu companheiro na Austrália, Malásia e China.

Já Nico Rosberg tinha a missão ingrata de enfrentar Michael Schumacher, o maior vencedor de todos os tempos na categoria. No entanto, o jovem parceiro está sendo um tormento para o heptacampeão na Mercedes. Com uma impressionante regularidade, Rosberg tem 50 pontos e é vice-líder do campeonato, enquanto Schumacher aparece apenas na décima posição, com 40 pontos a menos.

O jovem alemão conquistou dois quintos e dois terceiros lugares. Já seu compatriota veterano teve um sexto e dois décimos, além de ter abandonado na Malásia. Rosberg venceu Schumacher em todos os treinos de classificação e em todas as corridas até o momento, e seu domínio dentro da Mercedes gerou inúmeras críticas ao heptacampeão, cujo retorno à F-1 já está até sendo questionado.

Enquanto as disputas na Mercedes e na McLaren contrariaram as previsões, na Ferrari e na Red Bull o resultado é exatamente o esperado. Felipe Massa e Fernando Alonso travam uma batalha acirrada na escuderia italiana, enquanto Sebastian Vettel domina o companheiro Mark Webber na Red Bull.

Na Ferrari, Alonso tem 49 pontos (terceiro na tabela), contra 41 de Massa (sexto). Após a dobradinha no Bahrein, com o espanhol na frente, o brasileiro se recuperou na Austrália, quando foi terceiro, logo à frente de seu companheiro. Na Malásia, Massa foi sétimo, e Alonso abandonou, enquanto na China o bicampeão deu o troco, ficando em quarto, com o companheiro apenas em nono. Nas classificações, Alonso vence por 3 a 1.

Na Red Bull a expectativa se confirmou. Vettel tem 45 pontos (quinto), contra 28 de Webber (oitavo). Na equipe que conquistou todas as pole positions até agora, o alemão ficou com três, contra uma do australiano (Malásia). Em corridas, Vettel também chegou três vezes à frente de seu companheiro: só perdeu para Webber na Austrália, quando seu carro teve problemas no momento em que liderava a corrida com folga.

 

Fonte: esporte.uol.com.br

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Ecclestone pede paciência no retorno de Schumi: ‘Não é um turista no paddock’

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Bernie Ecclestone, chefe comercial da Fórmula 1, disse que não se deve desvalorizar o retorno do alemão Michael Schumacher, apesar dos primeiros resultados não terem sido os esperados. Após três anos de aposentadoria, o heptacampeão tem apenas dez pontos no campeonato, 40 atrás do companheiro de Mercedes Nico Rosberg.

- Neste momento, diria que é melhor não subestimar Michael. Ele precisa de tempo para se adaptar ao novo carro e aos pneus. Nunca deixei de acreditar que ele pode fazer este trabalho. Ele está aqui para ganhar e o fará de novo. Schumacher não é um turista no paddock – diz Ecclestone.

O dirigente diz que o retorno de Schumi tem um toque de magia e que sua combinação com a Mercedes é fascinante. Ele acha que a parceria alemã tem tudo para ser bem-sucedida e a compara à contratação de Fernando Alonso pela Ferrari. Ecclestone crê que a culpa não é de Schumacher.

- Estou seguro que Norbert Haug será o primeiro admitir que os resultados de Michael não são culpa apenas dele. A Mercedes não está no mesmo nível de RBR e McLaren.

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COMUNICADO IMPORTANTE

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terça-feira, 20 de abril de 2010

Um dos convidados do programa Roda de Box desta terça-feira, Leonardo Cordeiro não poderá participar. Segundo seu assessor Leonardo está na França, seu voo foi cancelado impedindo seu retorno ao Brasil.

Para completar o quadro de convidados do Roda de Box, o piloto de Rally Daniel Krabbe substitui Leonardo Cordeiro e junta-se a Eduardo Regal. O Roda de Box é hoje, as 17H, ao vivo, com Edgard Mello Filho. Você não pode perder. Em www.racetv.com.br

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Massa pensou na equipe em polêmica com Alonso: ‘Poderia causar um acidente’

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terça-feira, 20 de abril de 2010

A polêmica ultrapassagem de Fernando Alonso sobre Felipe Massa na entrada dos boxes de Xangai não parece ter tirado o brasileiro do sério. Após o GP da China, ele disse ter pensado na situação da Ferrari no incidente. Segundo o piloto, se ele endurecesse a disputa com o espanhol, seu companheiro, os dois poderiam acabar fora da corrida.

- Saí mal do cotovelo antes dos boxes. O Alonso colocou o carro ao lado quando estava entrando nos boxes e, quando o vi, notei que poderia causar um acidente. Pensando na equipe, não era a ideia. Lógico que a posição que perdi me fez perder mais três em seguida. Tem de ficar sempre esperto. É claro que vou falar com ele. Nós trabalhamos juntos e falamos do trabalho em geral – diz Massa, na entrevista coletiva para a imprensa brasileira.

Massa lamentou os poucos pontos que marcou na China com a nona posição. O brasileiro caiu da liderança do campeonato para o sexto lugar e considerou o saldo de Xangai negativo.

- A preocupação é sempre grande, já que quatro equipes estão na disputa. Não podemos esquecer a Mercedes, que está em segundo com o (Nico) Rosberg. Vários pilotos estão separados por poucos pontos. Claro que a McLaren conseguiu um ótimo resultado com uma estrategia inteligente. Mas é preciso sempre marcar uma boa quantidade de pontos. O saldo foi negativo, esperava mais que dois pontos. A diferença, de 19, parece grande, mas, em relação ao ano passado seria pouco mais de dez pontos. Está tudo em aberto.

fonte: esporte.globo.com.br

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Alonso diz que discussão da ultrapassagem sobre Massa é inútil

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

O espanhol Fernando Alonso mantém sua versão de que a polêmica ultrapassagem que fez sobre Felipe Massa foi um momento normal de prova, durante o GP de Xangai de Fórmula 1, na China. O bicampeão mundial passou o brasileiro na entrada dos boxes.

Alonso fez uma manobra arriscada quando os dois pilotos entravam para uma parada. Para não ter de esperar o brasileiro realizar sua troca, ele aproveitou uma bobeada de Massa e quase jogou o companheiro para a brita.

“Não aconteceu nada. Massa derrapou de mais na saída da última curva e o passei na entrada dos boxes. Se acontecesse com um piloto de outra escuderia, não perguntariam nada. Como foi entre nós, vai se falar inutilmente sobre isso”, afirmou o espanhol, em entrevista ao As.

Alonso considerou seu resultado “normal”, apesar de ter admitido após a prova que se incomoda de ficar mais uma vez fora do pódio, terminando apenas em quarto. O que o mais incomodou no entanto, foi ter queimado a largada, o que o obrigou a fazer uma passagem pelos boxes como punição.

“Estava esperando com a luz vermelha. Como todas as saídas falsas que vemos no mundo, os reflexos estavam no auge e há um momento em que você acha que viu o ‘verde’, mas não foi assim. Quando me dei conta, olhei e vi a luz vermelha, sabendo que ia ser penalizado. É um erro não posso voltar a cometer. Não gosto de errar e espero que este tenha sido a última vez”, analisou ele.

Alonso elogiou Button ao afirmar que a McLaren tem vencido por tomar as decisões acertadas para as provas. Segundo ele, as estratégias opostas na chuva para Button e Hamilton, primeiro e segundo colocados, fez com que o time tivesse chances de ganhar em qualquer situação.

Fonte: esporte.uol.com.br

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Massa e Alonso negam preocupação após outra falha no motor Ferrari

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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Massa se diz satisfeito com desempenho da Ferrari depois de primeiro treino na China

Massa se diz satisfeito com desempenho da Ferrari depois de primeiro treino na China

Como já vinha fazendo nas corridas anteriores, a Ferrari usou os treinos livres de sexta-feira na China para testar situações de corrida, e por isso correu com mais combustível e não teve o desempenho que se espera. O que poderia gerado preocupação foi a quebra de mais um motor do espanhol. Mas os pilotos negam que isso represente um risco para o restante da temporada.

O argumento deles é que o motor quebrado nesta sexta foi o mesmo que já havia apresentado problemas na classificação do GP do Bahrein, a primeira prova da temporada. Fernando Alonso voltou a usá-lo nos treinos de sexta-feira, mas não conseguiu nem marcar tempo. Agora, só restam seis motores para ele até o fim do ano.

“Está tudo de acordo com o planejado. Infelizmente, perdemos dois motores, mas talvez esse último já fosse esperado. O da Malásia é que foi mais surpreendente”, comentou Alonso, que teve problemas de motor na última corrida e terminou sem pontuar, permitindo que o companheiro Felipe Massa lhe tomasse a liderança do campeonato.

O brasileiro também minimizou a preocupação com mais um motor quebrado, mas pediu atenção: “O problema que ele teve foi em um motor do Bahrein. Então preocupa menos do que se fosse em um motor novo, mas é algo que a gente tem que trabalhar, que a gente tem que fazer com que não aconteça mais”, declarou Massa.

A Ferrari alega que o uso de motores velhos nos treinos livres não prejudica os testes, porque o desempenho de propulsores usados não seria tão inferior ao dos novos. Mas, depois de trocar a máquina, Alonso colocou três décimos em cima de Massa, e terminou em décimo no primeiro dia de atividades na China, enquanto o brasileiro ficou em 11º.

Único da Ferrari a marcar tempo na primeira sessão, Massa melhorou quase dois segundos no segundo treino, mas ainda assim foi superado por Alonso. “Com o tanto que a gente melhorou, dá para imaginar que a gente tirou um tanto de gasolina, sem duvida, mas a gente não tinha pneu novo, era um pneu de 20 voltas. Então não dá para comparar um tempo com o outro, foi mais ou menos o tempo que a gente fez praticamente sempre até aqui”, explicou o brasileiro.

Fonte: esporte.uol.com.br

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