Quando o óbvio vem à tona

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Por Ricardo Montesano

massa, alonso e vettel em Hockenheim

A polêmica ultrapassagem de Fernando Alonso em Felipe Massa no GP da Alemanha é mais um daqueles assuntos chatos e corriqueiros que existem na Fórmula 1 a todo instante, mas que ninguém tende a aceitar – principalmente quando envolve um brasileiro. Entregar a posição a um companheiro de equipe em melhores condições no campeonato é uma estratégia que vem sendo executada desde os primórdios das corridas de automóveis! E pior, naquela época o companheiro de equipe não entregava apenas a posição, mas sim o próprio carro ao piloto que estava próximo da ponta da tabela. Foi dessa maneira que Juan Manuel Fangio – de Ferrari, diga-se – foi campeão do mundo em 1956, graças às inúmeras ordens de equipe e, principalmente, à atitude generosa de Peter Collins, que simplesmente abriu mão de sua corrida para emprestar seu equipamento ao parceiro de equipe. Fangio, com isso, terminou a prova em quarto, posição suficiente para lhe garantir mais um título mundial.

Mas não precisa voltar muito no tempo para perceber que essas coisas são tão comuns que às vezes passam despercebidas por todos os fãs ou não de automobilismo. Em 2007, Felipe Massa tirou o pé e entregou de bandeja a vitória a Kimi Raikkonen no GP Brasil, última corrida daquele ano. Graças à primeira colocação, o finlandês foi campeão do mundo com apenas um pontinho de vantagem sobre Lewis Hamilton e Fernando Alonso (110 a 109), empatados em segundo.  Em 1999, depois de quebrar a perna e ficar ausente de cinco ou seis corridas, Michael Schumacher voltou com tudo no GP da Malásia e deu um show de pilotagem! Mas como não tinha mais chances de ser campeão, deu de presente a vitória a Eddie Irvine, que quase faturou o título na etapa seguinte, no Japão. Isso sem mencionar o episódio Áustria-2002, quando Rubens Barrichello deixou Michael Schumacher passar; Jerez-1997, quando Villeneuve, de Williams, abriu para Mika Hakkinen, de McLaren, ganhar; Japão-1991, quando Senna cedeu o primeiro lugar para Berger. E por aí vai…

É preciso entender que ordens de equipe sempre existiram, existem e existirão. O problema é que a Ferrari utiliza desses recursos em momentos inadequados e inoportunos. E o que era para ser o óbvio em condições discretas e normais para os padrões da Fórmula 1, acabou se transformando em uma patacoada explícita em rede mundial. Uma troca de posições nos boxes, por exemplo, não daria margem para uma avaliação mais criteriosa por parte dos críticos de plantão.

Em resumo, não sou a favor das trocas de posições em momentos que não sejam cruciais de um campeonato, porém entendo perfeitamente a situação de uma organização que gasta os tubos para manter uma equipe de corrida ao longo do ano. Mas ela, por outro lado, deveria entender que trabalha com um negócio que vai muito mais além do que uma simples profissão com o objetivo de levar o dinheiro para casa. Esporte é paixão, emoção, adrenalina. Milhões de torcedores têm no atleta a válvula de escape dos problemas do dia a dia. E é para eles que os pilotos, no caso do automobilismo, trabalham.

Não acho justo uma punição à Ferrari, até porque não existe justificativa para isso.  Cada um tem o direito de fazer o que achar melhor de sua vida. Mas depois, que aguente as consequências. Principalmente em um esporte mundialmente conhecido, que fica atrás apenas da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

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Pedro Gomes visita Fórmula Truck em Interlagos

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Piloto da equipe Ecopads-Vogel da Stock Car ficou impressionado com a velocidade dos caminhões, que superam os 230 km/h

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Apesar da pausa no campeonato da Stock Car, os pilotos da categoria continuam totalmente ligados ao mundo da velocidade. Neste final de semana, por exemplo, o ribeirão-pretano Pedro Gomes (Ecopads-Vaz Capacetes-Comprafacil.com) aproveitou para conhecer de perto a Fórmula Truck, categoria que disputou sua quinta etapa no último domingo no autódromo de Interlagos, em São Paulo.

“Tenho vários amigos aqui e fiz questão de vir prestigiar a corrida, porque a corrida de caminhões é espetacular. Para nós, pilotos, que vivemos do esporte a motor, é ótimo ver que o automobilismo nacional tem boas opções, e não apenas uma ou outra categoria. Tanto que há hoje na Truck vários pilotos que passaram pela Indy, Stock Car, F-3 etc”, diz Gomes.

O piloto da equipe Ecopads-Vogel ficou impressionado com a velocidade dos caminhões, que ultrapassam os 230 km/h na reta de Interlagos. Uma batida em alta velocidade, por sinal, marcou o evento de ontem, envolvendo Bruno Junqueira e Diumar Bueno. Os dois escaparam ileso do forte acidente.

“Ver um carro de Stock Car a mais de 200 km/h é fascinante, claro, mas um caminhão atingindo tamanha velocidade é algo incrível, ainda mais quando se vê ao vivo”, diz Pedro Gomes, que, ao visitar o box da equipe Volkswagen, relembrou o convite feito pelo piloto e chefe de equipe, Renato Martins, para um dia acelerar o caminhão. “Meu pai (Paulo Gomes) andou uma vez e adorou. Quero ter esta experiência, vim aqui cobrar meu teste”, brincou Pedro.

Quem também ficou admirando os caminhões foi o filho do piloto, Lucas Gomes, de apenas dois anos de idade. Depois da corrida, eles foram conferir nos boxes em Interlagos o Truck de Renato e o de Débora Rodrigues. “Ele adora velocidade e queria porque queria ver de perto o caminhão de corrida”, disse Pedro.

Além de visitar outras categorias, o piloto da Ecopads-Vogel tem aproveitado estas últimas semanas para intensificar sua preparação física e também passar uns dias na oficina da equipe, na região de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

“É ótimo poder acompanhar o trabalho na sede do time e ter um tempo para trocar idéias com o Mauro (Vogel, chefe da equipe). Tivemos algumas corridas difíceis neste ano, mas estou confiante em uma rápida reação do time já a partir da próxima prova”, diz Pedro Gomes.

A sexta etapa da Stock Car será disputada no dia 15 de agosto, no circuito de rua de Salvador, na Bahia.

 

Fonte: RF1

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F1: Ferrari é punida em US$ 100 mil e caso é levado a Conselho Mundial

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massa e alonso no podio

O lamentável jogo de equipe da Ferrari envolvendo Felipe Massa, que recebeu ordens para deixar Fernando Alonso ultrapassá-lo e conquistar a vitória em Hockenheim, saiu barato. Após longa reunião com os comissários da FIA, ficou decidido que o time de Maranello receberá multa de US$ 100 mil — aproximadamente R$ 176 mil. O caso será levado ao Conselho Mundial, em data ainda não definida.

Após reunião envolvendo os chefes de equipe Stefano Domenicali e Massimo Rivola, além de Alonso e Massa, para analisar os acontecimentos da tarde, os comissários do GP da Alemanha concluíram que o regulamento esportivo da FIA foi violado.
Em comunicado oficial, a FIA declarou que o artigo 39.1 do regulamento da F1 – que proíbe ordens de equipe, bem como o artigo 151.c, que rege sobre condutas fraudulentas, foram quebrados pela equipe italiana. O caso será analisado pelo Conselho Mundial em data a ser definida pela entidade máxima do automobilismo.

Em evento semelhante, há oito anos, quando Rubens Barrichello recebeu ordens da Ferrari para deixar Michael Schumacher no GP da Áustria, a equipe italiana foi punida com multa de US$ 1 milhão.

 

Fonte: Grande Premio

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F Indy: Meira resume “corrida complicada” e segue em 12º na tabela

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Brasileiro da A.J. Foyt sai ileso de prova conturbada em “fim de semana de meia hora” na etapa de Edmonton

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A 11ª etapa do campeonato da Fórmula Indy representou mais um fim de semana de dificuldades para Vitor Meira. Os problemas com o acerto do carro da A.J. Foyt não permitiram ao piloto brasileiro mais que o 16º lugar no resultado final da corrida do último domingo (25) na pista de aeroporto de Edmonton, no Canadá. O resultado manteve-o em 12º na classificação do campeonato e acabou ficando acima do que o desempenho nos treinos da etapa levava a supor.

“Foi um fim de semana complicado, o que mais eu posso dizer?”, declarou Meira, que largou em 23º – no grid, esteve à frente apenas de Tony Kanaan, que bateu em sua primeira volta nos treinos classificatórios de sábado (24), e de Milka Duno, que não foi à pista na tomada de tempos. “Lidamos com dificuldades o fim de semana inteiro, tanto para tentar adaptar o carro às condições da pista, que é bastante ondulada, quando com deficiências do próprio carro”.

No último treino antes da corrida, na manhã do domingo, a A.J. Foyt pôs à prova um novo plano de ação. “Nada estava dando certo, mas a equipe veio para o domingo com um novo plano. Resolvemos verificar os amortecedores, e era ali que estava uma das dificuldades. Tivemos só o warm up para ajustar o carro, e ele mudou completamente. Foi a partir disso que nosso fim de semana começou a funcionar, de um treino de 30 minutos antes da largada”, descreveu.

O sentimento final foi de alívio. “Fiquei contente por termos sobrevivido à corrida, porque foi uma corrida definitivamente complicada, muita gente enfrentou problemas. Não tive nenhum incidente e isso poderia ter levado a gente mais para a frente, mas é complicado você voltar e ser tão competitivo quanto espera ser, ou tão competitivo quanto os outros pilotos, se só consegue trabalhar no carro numa condição razoável num treino de meia hora antes da corrida”, falou.

A vitória em Edmonton foi atribuída a Scott Dixon, da Ganassi, depois que Helio Castroneves, da Penske, que completou as 95 voltas em primeiro, recebeu o acréscimo de 20 segundos a seu tempo de prova como punição. Will Power, líder do campeonato, ficou em segundo e foi a 420 pontos. Meira, em 12, soma 205. A próxima etapa da temporada de 2010 da Fórmula Indy está marcada para dia 8 de agosto, no circuito misto de Mid-Ohio.

 

Fonte: Grelak

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Racing Festival: Pavlak sobe duas vezes no pódio e ganha uma posição na tabela da Fórmula Future Fiat

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O potiguar, Johilton Pavlak, conquistou no último domingo (25) dois terceiros lugares na segunda rodada dupla da temporada 2010 da Fórmula Future Fiat, disputada no Autódromo de Londrina (PR). Os resultados fizeram com que Johilton subisse uma posição no campeonato e agora é o quarto colocado com 40 pontos.

 Oitavo do grid da primeira bateria, disputada na manhã de ontem, Johilton saltou para a quarta colocação logo na largada. Três voltas mais tarde Pavlak subiu para terceiro e com uma tocada segura conseguiu se manter na posição, abrir boa vantagem sobre os adversários e garantir seu primeiro pódio na temporada.

 Para a segunda bateria, disputada na tarde de domingo, o grid foi invertido e Johilton largou em quinto. Com um ritmo muito forte foi se aproximando dos adversários e na 12ª volta, em uma manobra ousada, assumiu o quarto posto. Uma volta mais tarde Pavlak conquistou mais uma posição e cruzou a linha de chegada em terceiro, repetindo o feito da primeira prova do dia.

 “O final de semana só não foi melhor porque não consegui minha primeira vitória, mas foi ótimo, pois consegui estar no pódio nas duas baterias e ainda subi uma posição no campeonato. Tenho certeza que se continuar me dedicando a vitória virá”, disse Johilton.

 A terceira rodada dupla da Fórmula Future Fiat está marcada para o dia 22 de agosto, no Autódromo de Interlagos (SP) e terá transmissão ao vivo pela Race TV (www.racetv.com.br).

 Resultado da primeira bateria:

1º) 10 Joao Jardim

2º) 99 Nicolas Costa

3º) 13 Johilton Pavlak

4º) 1 John Louis

5º) 19 Vini Alvarenga

6º) 16 Francisco Alfaya

7º) 31 Lucas Colombo Russell

8º) 46 Rafael Azrak

9º) 7 Felipes Apezzatto

 

Resultado da segunda bateria

1º) 16 Francisco Alfaya

2º) 7 Felipes Apezzatto

3º) 13 Johilton Pavlak

4º) 99 Nicolas Costa

5º) 19 Vini Alvarenga

6º) 1 John Louis

7º) 10 Joao Jardim

8º) 31 Lucas Colombo Russell

9º) 46 Rafael Azrak

 

Classificação do campeonato após duas etapas

1º) 16 Francisco Alfaya – 45 pontos

2º) 10 João Jardim – 45

3º) 99 Nicolas Costa – 44

4º) 13 Johilton Pavlak – 40

5º) 1 John Louis – 26

6º) 76 Robert Curia Jr – 23

7º) Felipes Apezzatto – 19

8º) 19 Vini Alvarenga – 18

9º) 100 Rafael Azrak – 5

10º) 31 Lucas Colombo Russell – 4

11º) 49 Felipe Granzotto – 2

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F1: Lauda dispara contra Alonso: “Ele não tem caráter”

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massa, alonso e vettel em Hockenheim

Ex-piloto da Ferrari, o austríaco Niki Lauda se pronunciou a respeito do episódio protagonizado pela Ferrari no último domingo, quando ordenou a Felipe Massa para que deixasse Fernando Alonso passar e vencer o GP da Alemanha.

Para Lauda, o que foi presenciado pelo mundo todo por meio do rádio da escuderia em Hockenheim foi “a coisa mais estúpida que ele já viu da equipe.”

Em entrevista ao “Daily Mail”, Lauda afirmou que não entendeu o porquê de o time ter ordenado a manobra neste estágio da temporada, o que impediu Massa de conquistar sua primeira vitória no ano.

“Por que eles fizeram isso? Eles não precisavam, porque o campeonato ainda tem mais oito corridas”, afirmou.

“Por que Massa não teve a chance de vencer um ano apo o acidente [na Hungria] que poderia ter custado sua vida?”, completou o austríaco.

Lauda também comentou a reação de Alonso perante a imprensa após a corrida, quando o espanhol disse que ordens da equipe não haviam sido usadas na disputa.

“Nunca ouvi um piloto falar tamanha merda. Ele não tem caráter”, concluiu.

 

Fonte: Tazio

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MotoGP: Pedrosa cai e Lorenzo ganha mais uma em Laguna Seca

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motogp

Jorge Lorenzo (Yamaha) ampliou a sua já enorme vantagem no campeonato ao vencer a etapa de Laguna Seca (EUA) da MotoGP, um dos circuitos onde ele ainda não havia vencido. Foi a sexta vitória dele na temporada e 11ª na carreira.

O resultado, no entanto, tinha tudo para ser diferente. O também espanhol Dani Pedrosa, como de praxe, assumiu a liderança após a largada e caminhava para a sua segunda vitória consecutiva. No entanto, foi para o chão sozinho na 12ª das 32 voltas, deixando a liderança de bandeja para o seu maior rival.

Lorenzo caiu de primeiro para quinto após a largada, mas no final da primeira volta já estava em terceiro. O espanhol ultrapassou Casey Stoner (Ducati) na sexta volta. O australiano não chegou a ameaçar o líder e acabou em uma tranquila segunda posição.

Na briga pelo terceiro posto, melhor para Valentino Rossi (Yamaha). O italiano, ainda se recuperando de uma fratura na perna direita, ultrapassou o compatriota Andrea Dovizioso (Honda) a seis voltas do final.

Entre os pilotos da casa, o melhor foi Nicky Hayden (Ducati), quinto colocado. Ben Spies (Tech 3 Yamaha) chegou a ocupar a terceira posição, mas acabou mesmo em sexto. Alvaro Bautista (Suzuki), Hector Barberá (Aspar), Marco Simoncelli (Honda Gresini) e Aleix Espargaro (Pramac) também se acidentaram, sem maiores consequências.

A MotoGP tem agora uma pausa de três semanas. A décima etapa será no dia 15 de agosto, em Brno (República Tcheca).

Classificação após o GP de Laguna Seca:

Pos Piloto Moto País Pontos
1 Jorge Lorenzo Yamaha ESP 210
2 Dani Pedrosa Honda SPA 138
3 Andrea Dovizioso Honda ITA 115
4 Casey Stoner Ducati AUS 103
5 Valentino Rossi Yamaha ITA 90
6 Nicky Hayden Ducati USA 89
7 Ben Spies Yamaha USA 77
8 Randy de Puniet Honda FRA 69
9 Marco Melandri Honda ITA 53
10 Marco Simoncelli Honda ITA 49
11 Colin Edwards Yamaha USA 48
12 Hector Barbera Ducati ESP 41
13 Loris Capirossi Suzuki ITA 36
14 Mika Kallio Ducati AUT 31
15 Aleix Espargaro Ducati ESP 28
16 Alvaro Bautista Suzuki ESP 25
17 Hiroshi Aoyama Honda JAP 18
18 Alex de Angelis Honda RSM 8
19 Roger Lee Hayden Honda USA 5
20 Kousuke Akiyoshi Honda JAP 4
21 Wataru Yoshikawa Yamaha JAP 1

 

Fonte: AutoRacing

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Racing Festival: Punição tira vitória do Team Scud Petrobras na Hornet em Londrina

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Diego Faustino comemorou na pista, neste domingo (25), sua primeira vitória na categoria 600 Hornet do Racing Festival. Contudo, a vitória na quarta etapa da temporada, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina, foi confirmada para Fábio Peasson, que cruzou a linha de chegada em segundo, a meio segundo. Faustino foi desclassificado por não cumprir um drive thru, depois de uma ultrapassagem feita sob bandeira amarela.

Faustino, que havia enfrentado problemas na terceira etapa, horas antes, quando também integrava a disputa pela vitória, foi um dos protagonistas da etapa que fechou a rodada dupla em Londrina, cidade onde mora. Na curva do Estádio, numa das várias ultrapassagens que marcaram a disputa pela vitória, superou o gaúcho Maico Teixeira, líder do campeonato, sob bandeira amarela. A manobra o submeteu a uma punição, aplicada pela direção de prova.

“Eu vim pelo lado direito da pista, mergulhando, para ultrapassar o Maico. A bandeira amarela foi mostrada do lado esquerdo, na tangência da curva, que é muito veloz. Sinceramente, não vi a bandeira”, contou Faustino. “Se soubesse que a ultrapassagem foi com bandeira amarela, seguramente teria devolvido a posição ao Maico”, disse. A manobra custou-lhe o drive thru – teria de passar por dentro da área de boxes, respeitando o limite de velocidade, em no máximo três voltas.

“Eu só fiquei sabendo de toda essa história depois da corrida, tanto é que comemorei a vitória quando completei a última volta”, narrou Faustino. “Aí, foi uma falha minha. Eu via a placa indicando a punição com o número 3, o meu número. Mas estava tão concentrado na corrida que o número não me fez perceber que a punição era para mim. Eu sempre corri com o número 68, estou muito acostumado com ele” justificou. “Por isso não cumpri a punição e fui desclassificado”.

O paulista Pierre Chofard, também piloto do Team Scud Petrobras, obteve um quarto e um quinto lugar nas duas etapas londrinenses. Uma de suas maiores dificuldades na 600 Hornet têm sido as largadas. “A potência dessas motos é bem menor que a das motos da Superbike, que é a categoria onde eu estou habituado a pilotar. Está difícil me adaptar, o que não chega a ser surpresa. Mas as largadas têm dificultado a minha vida”, admitiu.

Na primeira corrida do dia, Chofard caiu para 14º na largada. Completou a primeira volta em sétimo. Cruzou a linha de chegada em quarto. A segunda prova foi marcada pelas mesmas dificuldades para o piloto paulista, que caiu para 13º na largada. “Tive um pouquinho mais de dificuldade para recuperar posições, quando vim para a frente os primeiros colocados já tinham aberto muita vantagem”, disse o piloto, que terminou a corrida em quinto.

O chefe do Team Scud Petrobras, Gilson Scudeler, avalia os fatos do fim de semana em Londrina como base para a sequência do trabalho da equipe. “Nós tivemos um ritmo muito tom desde os treinos, vimos que temos equipamento bom e pilotos bons o bastante para ganhar corridas. Só temos de lapidar alguns erros que estão ocorrendo”, comentou. “Até a próxima corrida, em São Paulo, temos um mês para trabalhar uma série de aspectos assim”.

As quinta e sexta etapas da 600 Hornet serão realizadas no dia 22 de agosto no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo.

Em Londrina, neste domingo, os resultados das provas da segunda rodada dupla do ano foram os seguintes:

Terceira etapa
1º) Maico Teixeira (RS/Honda), 19 voltas
2º) Fábio Peasson (PR/Honda), a 2s546
3º) Danilo Lewis (SP/Honda), 1min26s365
4º) Pierre Chofard (SP/Honda), 1min27s270
5º) Devanir Lippi (SP/Honda), 1min28s682
6º) Rafael Paschoalin (SP/Honda), 1min28s552
7º) Marco Brunheroto (SP/Honda), 1min28s713
8º) Luiz Cerciari (SP/Honda), 1min28s144
9º) Ricieri Luvizotto (SP/Honda), 1min29s478
10º) Diego Pretel (SP/Honda), 1min29s811
11º) José Teixeira Júnior (SP/Honda), 1min28s940
12º) Gian Calabrese (SP/Honda), 1min29s152
13º) Mauro Thomassini (SP/Honda), 1min28s980
14º) Ricardo Levy (SP/Honda), 1min31s979
15º) Eduardo Zampieri (SP/Honda), 1min32s527
16º) Ruan Burdino (SP/Honda), 1min35s774
17º) Adelmo Kohl (RS/Honda), 1min30s738
18º) Victor Moura (PR/Honda), 1min33s317
19º) Diego Faustino (PR/Honda), a 2 voltas
NÃO COMPLETARAM
Cidalgo Chinasso (PR/Honda), a 6 voltas
Patrício Maduro (RJ/Honda), a 12 voltas
Alan Douglas dos Santos (SP/Honda), a 17 voltas
Helder Shad (RJ/Honda), a 19 voltas
Melhor volta: Chinasso, na 11ª, 1min26s069, média de 131,546km/h

Quarta etapa
1º) Fábio Peasson (PR/Honda), 19 voltas
2º) Maico Teixeira (RS/Honda), a 0s055
3º) Danilo Lewis (SP/Honda), a 0s402
4º) Cidalgo Chinasso (PR/Honda), a 14s746
5º) Pierre Chofard (SP/Honda), a 18s499
6º) Marco Brunheroto (SP/Honda), a 32s126
7º) Alan Douglas dos Santos (SP/Honda), a 32s315
8º) Luiz Cerciari (SP/Honda), a a 37s494
9º) Rafael Paschoalin (SP/Honda), a 37s741
10º) Devanir Lippi (SP/Honda), a 43s943
11º) Ricieri Luvizotto (SP/Honda), a 44s331
12º) Gian Calabrese (SP/Honda), a 48s312
13º) José Teixeira Júnior (SP/Honda), a 48s421
14º) Mauro Thomassini (SP/Honda), a 1min15s826
15º) Ruan Burdino (SP/Honda), a 1 volta
16º) Adelmo Kohl (RS/Honda), a 1 volta
17º) Eduardo Zampieri (SP/Honda), a 1 volta
NÃO COMPLETARAM
Victor Moura (PR/Honda), a 13 voltas
Ricardo Levy (SP/Honda), a 13 voltas
Patrício Maduro (RJ/Honda), a 14 voltas
Diego Pretel (SP/Honda), a 19 voltas
Helder Shad (RJ/Honda), a 19 voltas
DESCLASSIFICADO
Diego Faustino (PR/Honda)
Melhor volta: M. Teixeira, na 10ª, 1min26s084, média de 131,522 km/h

 

Fonte: Grelak

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Racing Festival: João Jardim sai de Londrina na ponta da F-Future Fiat

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Joao Jardim sai de Londrina na ponta da FFuture Fiat

Na primeira corrida de domingo, Jardim venceu depois que Francisco Alfaya teve um problema com o trambulador e ficou apenas com a quinta marcha. O problema fez o gaúcho perder rendimento e receber a bandeira quadriculada em sexto. Jardim assumiu a ponta e não a largou mais, apesar dos intensos ataques do carioca Nicolas Costa, aparentemente mais rápido. “No Rio, ele conseguiu ganhar o segundo lugar de mim na última curva, e claro que passou de novo o filme na cabeça. Mas dessa vez tive calma e, mesmo em apuros, pude vencer e comemorar com minha família. Espero repetir isso em São Paulo, que é minha casa”, garantiu Jardim.

Por conta do sistema grid invertido dos oito primeiros da primeira bateria, a 4ª etapa da Fórmula Future Fiat foi vencida por Alfaya. Ele largou em segundo, superou o pole position Rafael Azrak ainda no primeiro giro e venceu com grande diferença sobre Felipes Apezzatto, o segundo no pódio. “Foi um fim de semana quase perfeito, não fosse o problema com a embreagem na primeira. Mas são coisas que acontecem em corridas, e o que interessa mesmo é terminar na frente no final do campeonato. O começo do trabalho já está bem feito, agora preciso manter o ritmo até o final, porque se não der para ganhar, preciso pontuar ao máximo.”

Outro piloto que teve excelente desempenho na desafiadora pista de Londrina foi Felipes Apezzatto. Ele é talvez o piloto que menos tem familiaridade com os monopostos e não havia sequer treinado no circuito antes dessa rodada. Mesmo assim, marcou a pole position da primeira bateria. Na largada, teve problemas também com a embreagem e ficou parado no grid. Quando saiu, caiu para último lugar. Depois, ainda escapou da pista e procurou aos boxes. “Acho que acabei me afobando, faltou um pouquinho mais de calma e experiência. Mas mesmo assim, na segunda corrida, tive condições de escalar o pelotão e subir no pódio em segundo”, explicou Apezzatto, agora o sétimo na classificação (17 pontos).

O potiguar Johilton Pavlak também teve um final de semana de evolução no automobilismo. Desde o início dos treinos se mostrou bastante rápido e subiu duas vezes ao pódio em terceiro lugar. “Estou na transição entre o kart e o automobilismo e é muito legal poder aprender desse jeito, em uma categoria equilibrada como é a Fórmula Future, ainda mais com a chance de integrar a escola da Ferrari no ano que vem”, disse Pavlak, de 17 anos e pupilo do campeão mundial de kart Ruben Carrapatoso. “O Rubinho é um cara muito talentoso e me sinto um privilegiado de poder aprender com ele, porque é um cara que tem uma carreira vitoriosa e sabe muito de automobilismo. Essa parceria está sendo fantástica.”

A próxima rodada da Fórmula Future Fiat, evento do Racing Festival junto com o Trofeo Linea e as motos da 600 Hornet, será nos dias 21 e 22 de agosto em Interlagos (SP). Dessa vez, nenhum piloto poderá alegar desconhecimento de pista. “Fizemos dois testes com os carros da Future em São Paulo e acho que será um fim de semana muito legal por conta disso”, disse o paulista Apezzatto. O líder do campeonato João Jardim concorda. “Lá as coisas serão competitivas, estaremos mais perto dos familiares e dos amigos, e essa energia é muito importante nessa fase de aprendizado. Vou estudar muito para repetir o bom resultado em São Paulo”, finalizou o líder do campeonato.

O resultado da 1ª bateria

1 – João Jardim, 26min10s737
2 – Nicolas Costa, a 0s703
3 – Johilton Pavlak, a 10s881
4 – John Louis, a 19s846
5 – Vini Alvarenga, a 28s244
6 – Francisco Alfaya, a 41s831
7 – Rafel Azrak, a 1min17s644

Melhor volta: Felipes Apezzatto, 1min21s227

O resultado da 2ª bateria:

1) Francisco Alfaya, 27min43s717
2) Felipes Apezzatto, a 4s773
3) Johilton Pavlak, a 8s349
4) Nicolas Costa, a 10s407
5) Vini Alvarenga, a 20s175
6) John Louis, a 20s317
7) João Jardim, a 20s738
8) Lucas Colombo Russell, a 20s984
9) Rafael Azrak, a 8 voltas

Melhor volta: Felipes Apezzatto em 1min21s813

A classificação do campeonato ficou assim:

1) João Jardim 46
2) Francisco Alfaya 45
3) Nicolas Costa 42
4) Johilton Pavlak 40
5) John Louis 28
6) Roberto Curia Jr. 23
7) Vini Alvarenga 22
8) Felipes Apezzatto 17
9) Rafael Azrak 6
10) Fellipe Granzotto, 2
11) Lucas Colombo Russell 1

 

fonte: Racing Festival

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Fábio Peasson e Maico Teixeira vencem na 600 Hornet

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Fabio Peasson e Maico Teixeira vencem na 600 Hornet

Primeira bateria
Maico Teixeira, líder do campeonato depois de vencer as duas corridas no Rio de Janeiro, em maio, assumiu a ponta logo nas primeiras voltas, abrindo boa vantagem. Peasson ficou em segundo. O paranaense foi o segundo mais rápido no treino classificatório no sábado que definiu o grid de largada, mas foi penalizado e perdeu 10 posições, largando na 12ª colocação. O terceiro lugar ficou com o jovem Danilo Lewis. O piloto de apenas 17 anos foi o primeiro a largar, mas logo na primeira volta perdeu posição para Diego Faustino, que caiu na sexta volta e ficou com a última posição.

Segunda bateria
Já na segunda bateria, o londrinense Diego Faustino ameaçava ficar com o lugar mais alto do pódio, mas o piloto local cometeu uma irregularidade na sexta volta ao ultrapassar o piloto Danilo Lewis durante bandeira amarela. Diego deveria cumprir um stop and go, mas ele não entrou nos boxes após as três voltas de aviso do comissário de prova, Donato Khouri, e foi desclassificado.

Com isso, Fábio Peasson, que chegou em segundo, assumiu a primeira posição. “Não podia pedir mais nada neste fim de semana. A equipe trabalhou intensamente e consegui fazer duas corridas de recuperação. A vitória teve um sabor especial, pois larguei na 12ª posição. Esse era meu objetivo e eu conquistei”, comemora Peasson, que fez uma corrida de arrepiar na pista paranaense depois de ultrapassar vários adversários.

O terceiro lugar ficou com o piloto Maico Teixeira. Líder da competição e vencedor da primeira bateria, o gaúcho perdeu a primeira posição faltando quatro voltas para o fim da bateria. “Infelizmente, acabei errando no final e permiti que os outros pilotos me ultrapassassem. Mas estou tranqüilo e vou continuar brigando para me manter na liderança.”
Danilo Lewis conquistou a terceira colocação nas duas baterias realizadas neste domingo (25).

Após a premiação, o piloto local Diego Faustino lamentou a desclassificação. “Na ânsia de ganhar em casa, acabei vendo o aviso, mas não assimilei o que tinha que fazer. Fui desclassificado, apesar da boa corrida. Uma pena. Teria sido melhor pontuar do que terminar desclassificado.”

Todos os pilotos utilizam a motocicleta Honda CB 600 F Hornet. “Fizemos alguns ajustes nas motos para esta etapa de Londrina. No aspecto técnico, a etapa foi muito mais produtiva. As disputas das baterias deixaram o campeonato ainda mais interessante”, comenta Wilson Yasuda, assessor de competições da Honda.

A próxima etapa está marca para 21 a 22 de agosto, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

RESULTADOS

1ª bateria 600 Hornet (19 voltas)
1 – Maico Teixeira
2 – Fabio Peasson
3 – Danilo Lewis
4 – Pierre Chofard
5 – Devanir Lippe
6 – Rafael Paschoalin
7 – Marco Brunheroto
8 – Luiz Cerciari
9 – Ricieri Luvizotto
10 – Diego Pretel
11 – Jose Teixeira
12 – Gian Calabrese
13 – Mauro Thomassini
14 – Ricardo Levy
15 – Eduardo Zampieri
16 – Ruan Burdino
17 – Adelmo Kohl
18 – Victor Moura
19 – Diego Faustino

Não Classificados:Cidalgo Chinasso, Patricio Maduro, Alan Dos Santos, Helder Shad
Melhor volta: Cidalgo Chinasso – 1:26.069

2ª bateria 600 Hornet (19 voltas) –
1 – Fabio Peasson
2 – Maico Teixeira
3 –  Danilo Lewis
4 – Cidalgo Chinasso
5 – Pierre Chofard
6 – Marco Brunheroto
7 – Alan Dos Santos
8 – Luiz Cerciari
9 – Rafael Paschoalin
10 – Devanir Lippi
11 – Ricieri Luvizotto
12 – Gian Calabrese
13 – Jose Teixeira
14 – Mauro Thomassini
15 – Ruan Burdino
16 – Adelmo Kohl
17 – Eduardo Zampieri

Não Classificados: Victor Moura, Ricardo Levy, Patricio Maduro, Diego Pretel, Helder Shad
Desclassificado: Diego Faustino
Melhor volta: Maico Teixeira – 1:26.084

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