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Felipe Massa luta contra tabu para diminuir diferença para Alonso na Austrália

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quinta-feira, 25 de março de 2010
Massa não costuma ter sorte em Melbourne

Felipe Massa não costuma ter sorte em Melbourne

Após ser o segundo colocado na corrida de abertura da temporada no Bahrein, quando fechou a dobradinha da Ferrari atrás do vencedor Fernando Alonso, o brasileiro Felipe Massa terá de quebrar um tabu no GP da Austrália, neste final de semana, para diminuir a diferença para o companheiro de equipe na tabela de classificação do Mundial. Alonso tem 25 pontos, contra 18 do brasileiro.

Mesmo com Red Bull, McLaren e Mercedes na briga pela vitória, a Ferrari deve manter sua força e continuar figurando entre as primeiras colocações em Melbourne. Com isso, Massa e Alonso poderão permanecer na ponta da tabela mesmo se não vencerem.

Portanto, chegar na frente do espanhol em Melbourne pode significar até a liderança do campeonato para Massa, que de quebra evitaria que o espanhol abrisse vantagem na luta pelo posto de primeiro piloto da equipe italiana. Apesar de ainda não haver hierarquia entre os ferraristas, dificilmente a equipe manterá essa situação até o fim da temporada, que promete ser bastante equilibrada.

Mas para vencer o bicampeão este domingo, o brasileiro precisa mudar sua sorte em Melbourne. Massa terminou apenas duas das sete corridas que disputou lá: em 2005, com a Sauber, largou em 18º e chegou em 10º, último entre os que terminaram a prova; em 2007, com a Ferrari, teve problemas na classificação e largou em último, fechando a corrida em 6º e somando os únicos pontos de sua carreira em Albert Park.

Antes, Massa se envolveu em acidentes em 2002 (Sauber) e 2006 (Ferrari). Em 2004 (Sauber) e 2008 (Ferrari), foi o motor que o deixou a pé. No ano passado, largou em 6º, mas deixou a prova com problemas na suspensão de sua Ferrari. Sua melhor posição de largada foi um quarto lugar em 2008, ano em que foi vice-campeão mundial.

Seu atual companheiro de equipe, porém, tem um histórico respeitável na Austrália. Alonso completou todas as oito corridas que fez em Melbourne, conquistando um total de quatro pódios. Alonso nunca fez uma pole position naquela pista, mas chegou a largar em segundo em 2007.

O espanhol soma uma vitória em 2006 (Renault), um segundo lugar em 2007 (McLaren), dois terceiros em 2004 e 2005 (Renault), um quarto e um quinto lugares em 2008 e 2009, respectivamente – nestas ocasiões com um carro pouco competitivo da Renault –, e uma sétima posição em 2001, quando fez sua estreia na categoria com a Minardi.

Entre 1996 e 2009, o GP da Austrália só não abriu a temporada de 2006. Por isso, muitos pilotos do atual grid fizeram sua estreia na categoria naquela pista. Massa e Alonso não fogem a essa regra. Porém, ambos têm históricos bastante diferentes em Albert Park.

Mas, apesar de o histórico do brasileiro ser desfavorável em relação ao do espanhol, uma característica do GP da Austrália pode ser animadora para Massa: nas últimas três corridas em Melbourne, o pole position venceu. Massa é muito rápido na classificação, e largou na frente de Alonso no Bahrein. Portanto, repetir o feito no próximo sábado pode ser o primeiro passo para superar Alonso na tabela.

fonte: esportes.uol.com.br

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Corridas chatas não preocupam Di Grassi: “Quero é cuidar do meu carro”

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quinta-feira, 18 de março de 2010
Di Grassi abandonou a corrida em Bahrein na 3ª volta

Di Grassi abandonou a corrida em Bahrein na 3ª volta

A falta de emoção na primeira etapa da temporada 2010 da Fórmula 1 gerou muita polêmica. Com a intenção de criar um espetáculo mais atraente para o público e evitar corridas chatas, como foi considerada a do Bahrein, pilotos e dirigentes já estudam possíveis mudanças no regulamento que facilitem as ultrapassagens e gerem mais ação.

Porém, nem todos os pilotos estão preocupados com o “show”. Para o brasileiro Lucas di Grassi, que abandonou a primeira corrida de sua carreira na F-1 logo na terceira volta com um problema hidráulico em sua Virgin, por enquanto existem outras prioridades mais importantes.

“Minha preocupação no momento é fazer meu trabalho. Quero é cuidar da minha equipe e do meu carro primeiro. Não cabe a mim organizar o campeonato”, disse o piloto da Virgin.

Para Di Grassi, ainda é cedo para se discutir uma mudança nas regras da atual temporada. “Acho que tem de se esperar um pouco, foi só a primeira prova. Antes de tomar uma decisão, se é que será tomada uma decisão, é preciso analisar mais corridas. Aí sim ver se vale a pena fazer alguma mudança”, falou o brasileiro de sua casa em Londres.

Apesar de não se preocupar com as provas entediantes no momento, Di Grassi não fugiu da polêmica. “Sem dúvida, existem várias formas de fazer a F-1 ter mais emoção e mais ultrapassagens. Uma é fazer os carros mais lentos largarem na frente dos mais rápidos. Independentemente da pista, do pneu ou do reabastecimento, se o mais rápido largar na frente, vai abrir vantagem e não vai ter briga nenhuma”, sugeriu.

“Mas ao mesmo tempo isso não seria justo, porque os mais rápidos merecem largar na frente. Então é um conflito”, continuou. “A conta é bem simples. Qualquer carro a qualquer velocidade gera arrasto, uma zona de baixa pressão, o famoso vácuo. O de trás perde arrasto e ganha velocidade. Para ultrapassar, esse ganho tem de ser maior do que a perda de aderência”, explicou Di Grassi.

“Existem várias formas de se fazer isso. Mas, pelo que entendi, o regulamento não deve mudar. O que foi combinado para este ano deve ser mantido. Mas estou focado mesmo é no meu trabalho na Virgin”, finalizou o brasileiro, que espera ter condições de completar a próxima corrida, na Austrália, dia 28 de março.

fonte: esportes.uol.com.br

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Times se reúnem para discutir GP “chato” do Bahrein; Ecclestone pede calma

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terça-feira, 16 de março de 2010
GP Bahrein - Bernie Ecclestone com Alonso e Massa

GP Bahrein - Bernie Ecclestone com Alonso e Massa

Apesar do chefe da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, pedir calma quanto às novas regras da categoria para a temporada de 2010, as equipes não querem perder tempo após o GP do Bahrein, considerado “chato” por sua falta de emoção. Nesta terça-feira, a Fota, associação das escuderias, fará uma reunião para discutir o que pode ser feito para mudar o cenário da abertura do Mundial.

Segundo o site especializado suíço Motorsport Aktuell, representantes dos times farão uma conferência para abordar o tema, um dos assuntos mais comentados do fim de semana.

Com as novas regras, principalmente a que acabou com o reabastecimento da categoria, a estratégia das equipes perdeu força na decisão das corridas, pelo que se viu no Bahrein.

Michael Schumacher chegou a dizer que o mais importante no momento é largar bem e depois fazer apenas uma corrida sem falhas, já que as ultrapassagens estão “impossíveis”, ficando por conta muito mais dos erros dos rivais do que pelo desempenho melhor de um piloto.

Uma das medidas que entrou em pauta de discussão é a regulamentação de um segundo pit stop obrigatório para os pilotos, para troca de pneus. O objetivo é dar mais movimento às corridas.

No Bahrein, a prova se encaminhava para uma vitória tranquila de Sebastian Vettel, que largou na pole position e manteve distância segura para Fernando Alonso e Felipe Massa. Ele só perdeu a liderança devido a um problema mecânico, deixando a Ferrari com a dobradinha.

Ecclestone: discussão não será neste momento

Bernie Ecclestone admitiu que o GP do Bahrein não teve espetáculo, mas também procurou não demonstrar preocupação, após apenas uma corrida.

“Não há pânico. A Fórmula 1 não está em crise”, disse ele, ao Times. “Não há nada que possamos fazer imediatamente, e não devemos nos lançar já em mudanças. Foi apenas a primeira prova, em que as equipes estavam aprendendo sobre o novo regulamento”.

O chefe da categoria colocou um prazo para analisar o Mundial e seu novo formato.

“Nós estamos envolvidos em quatro provas em que temos um longo deslocamento de avião. Então, vamos ver como os times se adaptam e estudaremos o caso apenas depois do GP da China”, afirmou ele, sobre a etapa que será realizada em 18 de abril. Após o Bahrein, os pilotos correm na Austrália, em 28 de março.

Muitas críticas foram feitas, mas Ecclestone recebeu apoio de algumas partes. Jacques Villeneuve afirmou que é muito cedo para qualquer decisão e que uma corrida, apenas, é muito pouco para tirar conclusões. Integrante da novata Lotus, Mike Gascoyne pediu cautela, mostrando ter a mesma opinião do ex-piloto Gerhard Berger.

Fonte: esporte.uol.com.br

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Fim do reabastecimento acirra disputa entre fornecedores de gasolina na F-1

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quarta-feira, 10 de março de 2010
Rubinho sem combustível em 2003 no GP Brasil

Rubinho sem combustível em 2003 no GP Brasil

De todas as mudanças no regulamento da Fórmula 1 para a temporada 2010, o fim do reabastecimento foi a que gerou maiores transformações. Além de projetar carros totalmente diferentes dos usados nas últimas temporadas, já que o tanque de combustível agora é bem maior que seus antecessores, as equipes terão de se preocupar com o consumo e o risco de pane seca no final das corridas.

Para Gilberto Pose, engenheiro de combustíveis da Shell (fornecedora de gasolina da Ferrari), a maior atenção dada aos combustíveis nesta temporada acirra a competição entre as fornecedoras, que irão travar uma batalha particular em busca da gasolina que gere o melhor desempenho possível para o carro de suas equipes.

“A competição gera uma comparação. Existe uma especificação da FIA a ser seguida no desenvolvimento dos combustíveis. Mas dentro disso temos uma faixa de manobra, e isso gera uma competição entre as distribuidoras. E para o público, pode gerar a percepção de que aquela marca pode ter ajudado mais que a outra ao analisar o desempenho de uma determinada equipe”, explicou Pose.

No entanto, a influência do combustível será mais importante em provas específicas. Para Rogério Gonçalves, coordenador técnico do programa de F-1 da Petrobras, a gasolina terá maior importância nas provas disputas em pistas onde o consumo de combustível é mais significativo.

“Alguns projetos [de carros] podem estar com a gasolina muito no limite, principalmente em algumas pistas onde o consumo é mais crítico. É possível que os fornecedores desenvolvam uma gasolina específica para essas pistas. Sem dúvida, nessas pistas mais críticas, [a gasolina] será mais determinante. Mas nos circuitos onde você só busca potência, será como antes”, disse Gonçalves, que trabalhou por 11 temporadas na parceria entre a Petrobras e a equipe Williams.

Para o especialista da Petrobras, o risco de pane seca vai aumentar bastante em 2010. “Acho que o risco é grande. Só que as equipes tem artifícios para minimizar isso. Limitando a potência do motor, por exemplo. Provavelmente algumas vão solicitar isso aos pilotos”, falou Gonçalves.

A opinião é compartilhada pelo brasileiro Rubens Barrichello. “Os testes mostraram que em alguns circuitos os pilotos não poderão exigir tudo do carro a fim de reduzir o consumo da gasolina para receber a bandeirada”, disse o piloto da Williams.

 

Fonte> esportes.uol.com.br

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“Michael Schumacher é o mesmo de antigamente”, diz Ross Brawn

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segunda-feira, 1 de março de 2010
Michael Schumacher

Michael Schumacher

O chefe da Mercedes GP, Ross Brawn, disse que Michael Schumacher é o mesmo piloto com o qual trabalhou durante vários anos na Ferrari antes do alemão se aposentar no final de 2006. O heptacampeão mundial está voltando às pistas na equipe da montadora alemã, novamente ao lado de Brawn.

“Ele está muito parecido com o que eu me lembro. Obviamente ele parou porque estava um pouco cansado de Formula 1, mas está de volta agora. Está muito apaixonado pelas corridas novamente, e trabalhando muito forte com Nico [Rosberg] para melhorar o carro”, falou.

O chefe da Mercedes disse que Schumacher está se adaptando perfeitamente à nova equipe, e avalia que o alemão estará 100% pronto para correr em breve.

“Você nunca sabe totalmente como ele está, porque nós não estamos aptos a testar os dois pilotos no mesmo dia e no mesmo carro, mas estou certo de que ele por si só vai encontrar o seu melhor na hora certa. Isso é natural”, afirmou.

Brawn também admite que Schumacher e seu companheiro Nico Rosberg tiveram desempenhos muito semelhantes durantes os testes da pré-temporada.

“Parece que a diferença é muito estreita entre os dois. Você não gostaria de ver um deles ficando pra trás, mas julgando as comparações de todos os dias eles estão muito próximos”, contou Brawn.

“Mas não acho que eles sabem como estão porque as pistas são sempre diferentes umas das outras. É muito difícil fazer comparações, mas acho que ambos estão se tornando competitivos”, finalizou o chefe da Mercedes.

fonte:esporte.uol.com.br

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