Posts com a Tag ‘FIA’

Posso retornar à F-1 após 2012″, cogita Briatore

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sexta-feira, 9 de abril de 2010
Ex-dirigente italiano diz que foi tratado como "um criminoso" em julgamento da FIA

O italiano Flavio Briatore, ex-chefe da equipe Renault, considerou retornar à F-1 em 2012, mas não como dirigente de alguma equipe. Banido pela FIA do automobilismo em 2009, após uma escândalo de manipulação de resultados, Briatore conseguiu reverter sua pena e teria o direito de voltar à categoria, algo que ele garante não estar interessado em fazer no momento.

“Fui tratado como um criminoso. Nunca voltarei a ser dirigente de equipe, mas talvez eu retorne após 2012 em algum outro cargo”, disse Briatore, em entrevista ao Sky Sport 24.

Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F-1 e amigo de Briatore, sugeriu ao italiano que voltasse à categoria.

“Acho que ele poderia atuar em algum cargo de promoção da F-1″, disse o inglês, que no momento do julgamento do italiano se demonstrou contra a maneira com a qual a FIA conduziu as investigações.

Briatore foi o responsável por um dos maiores escândalos da F-1 que se tem notícia. Em 2008, no GP da Cingapura, ele pediu ao piloto brasileiro Nelsinho Piquet para que batesse deliberadamente em um muro, forçando a entrada do safety car.

O objetivo da trapaça seria favorecer a vitória do bicampeão Fernando Alonso, estrela da equipe francesa à época.

Comprovada a manobra, Briatore e Nelsinho foram julgados na Corte de Paris. O brasileiro foi absolvido por ter delatado o ocorrido, ao passo que Briatore foi banido – pena que reverteu alguns meses depois – e Pat Symonds, ex-chefe de engenharia, afastado da F-1 por cinco anos.

Fonte: tazio.uol.com.br

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Família Piquet processa Briatore e pede R$ 540 mil

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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Briatore e Nelsinho

Briatore e Nelsinho

A família Piquet entrou com uma ação na justiça no valor de 200 mil libras esterlinas (cerca de R$ 541 mil) contra Flávio Briatore. De acordo com o jornal inglês “Daily Mail”, o piloto de 24 anos e seu pai, tricampeão mundial em 1981, 1983 e 1987 entraram com um processo na Alta Corte de Londres contra o ex-dirigente italiano.

A família acusa o ex-chefe da Renault de difamação, e um dos ítens usados pela dupla é um comunicado de imprensa, onde Briatore diz que pai e filho deram falsas evidências à FIA no “Nelsinhogate”, episódio acontecido no GP de Cingapura. Na ocasião, Nelsinho bateu deliberadamente em prol de seu companheiro, Fernando Alonso, que venceu a prova.

No entanto, apesar de ter divulgado o comunicado em setembro passado, revelando que a equipe e Briatore processariam a família Piquet, a montadora retirou as ações legais assim que a FIA confirmou a veracidade do assunto, mas não se desculpou.

“Dado o fato que a Renault não aceitou o convite dos Piquets de tirar as ações e se desculpar, eles [Nelson pai e filho] não tiveram outra opção a não ser demonstrar a falsidade dessas alegações no tribunal”, disse o advogado da família, Dominic Crossley.

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Stefan: “Prazo para o Bahrein está se esgotando”

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Novo carro da Toyota que foi comprado pela Stefan GP

Novo carro da Toyota que foi comprado pela Stefan GP

A equipe sérvia Stefan GP, fundada pelo milionário Zoran Stefanovic, segue com seus planos de ocupar a vaga de alguma equipe desertora no grid.

O time, que adquiriu os carros da extinta Toyota e diz estar pronto para correr, aguarda a decisão final sobre as situações de USF1 e Campos para pleitear uma vaga junto à FIA.

“Estamos esperando alguma coisa acontecer porque o tempo é muito curto e o prazo final para o Bahrein está se esgotando”, afirmou Zoran à Reuters.

“Se formos ao Bahrein, temos que embalar tudo até a próxima quarta-feira. Acho que conseguiremos saber de algo até lá.”

De acordo com o dirigente, que já confirmou a contratação do japonês Kazuki Nakajima como um dos pilotos, a equipe está pronta para correr a qualquer momento, mas prefere inciar a temporada já no Bahrein.

“Tecnicamente é possível [começar depois], mas estaremos no Bahrein. Não estamos dizendo que temos certeza, mas é o que desejamos.”

A Stefan desistiu da ideia de realizar um teste de quatro dias em Portimao por não ter conseguido firmar um acordo com uma fabricante de pneus.

O dirigente disse, ainda, que o apoio de Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F-1, é um fator muito importante para que consigam correr neste ano.

“Bernie apoia a todos e penso que ele está conosco porque estamos nos esforçando. Nós trabalhamos, não falamos”, disse Stefanovic.

Fonte: tazio.uol.com.br

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Em coluna, Ferrari critica medidas tomadas pela FIA

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Massa em teste

Massa em teste

Em uma coluna divulgada em seu site oficial, a Ferrari declarou guerra à medida de FIA de permitir que novas equipes fizessem parte do grid de 2010 e criticou a atitude da entidade de deixar pequenos times integrarem a categoria.

provocativo, promove uma reflexão acerca dos novos times que não conseguem recursos suficientes para correr, como a Campos, que não deve integrar o grid do Bahrein, apesar de seus novos donos dizerem que sim, e a USF1, que procura compradores, pois não tem condições de cumprir com seus prazos.

Outra questão levantada foi a inflexibilidade de Max Mosley, ex-presidente da FIA, em relação às montadoras, como BMW e Toyota, que abandonaram a categoria por não poderem mais se bancar na F-1.

Confira, a seguir a íntegra da coluna divulgada pela Ferrari:

A menos de três semanas para o início da temporada, o campeonato da F-1 toma forma, enquanto celebra seu 60º aniversário neste ano. Para muitas das equipes, a próxima semana é crucial, já que o sino toca para a última volta, com a última sessão sendo realizada em Barcelona.

É a última chance para os carros irem à pista, tentar reabilitação e achar alguma performance. Esta é a situação de alguns times, mas não todos eles. Das 13 equipes que assinaram, ou foram induzidas a assinarem, apenas 11 responderam ao chamado, indo à pista, alguns depois de outros. Alguns somaram poucos quilômetros, outros fizeram mais, mas em um ritmo mais reduzido.

A Campos Meta, 12ª equipe, teve seu dono e estrutura transformados, de acordo com rumores vindos de dentro do paddock, com uma repentina injeção de dinheiro de um nobre cavalheiro, acostumado a fazer esse tipo de “resgate de última hora”. Entretanto, os beneficiários dessa generosidade podem achar esse cavalheiro envolvido em questões que os obrigue a ser vassalos.

Tudo isso significa que é difícil imaginar o carro desenvolvido pela Dallara mostrando sua cara no circuito da Catalunha, sendo Sakhir uma caminho mais provável para presenciar o retorno do nome Senna à F-1.

A 13ª equipe, a USF1, pareceu estar se escondendo em Charlotte, na Carolina do Norte, para o horror de alguns, como o argentino [Jose Maria] Lopez, que pensou ter achado seu caminho na F-1 (com a ajuda da presidente Kirchner, de acordo com os rumores) e agora precisa começar tudo de novo. Além disso, eles ainda têm a imprudência de dizer que tudo está às mil-maravilhas.

Os próximos são os sérvios. Primeiro de tudo, apresentaram-se em uma batalha quixotesca contra a FIA na justiça, então pegaram os ossos da Toyota em seu leito de morte. Com algumas pessoas na equipe, em torno de quem estavam atrelados alguns escândalos do passado, eles agora desejam substituir o primeiro que deixar o jogo, possivelmente com o suporte do mesmo cavalheiro que mencionamos anteriormente.

Este é o legado da Guerra Santa que foi travada pelo presidente da FIA. A causa em questão foi permitir que equipes pequenas entrassem na F-1. Este é o cenário: duas equipes vêm fracas para o início do campeonato, uma terceira está sendo empurrada por uma mão invisível _tenha certeza de que não é a mão de Adam Smith_ e, em quarto, bom, você deveria ligar para as pessoas perdidas e descobrir isso.

Nesse meio tempo, perdemos dois construtores no meio do caminho, do nível de BMW e Toyota, ao passo que a Renault, não sobrou muito além do nome. Tudo isso valeu a pena?

fonte: tazio.uol.com.br

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Schumacher vai fazer teste com carro da GP2 já nesta semana

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O alemão Michael Schumacher vai começar a concretizar o seu retorno às pistas já nesta semana. Devido à restrição dos testes, o piloto de 41 anos vai guiar um carro da GP2, a categoria de acesso à Fórmula 1. O ensaio vai acontecer no circuito de Jerez de la Frontera a partir desta terça, para que ele possa se readaptar aos cockpits.

Os representantes do piloto confirmaram que Schumacher estará na pista de Jerez a partir desta terça-feira, até quinta. O teste privado já foi aprovado pela FIA.

Ao mesmo tempo que Schumacher poderá treinar para sua reestreia, ele vai ajudar a desenvolver o carro da GP2 para a temporada de 2011. “Michael precisava entrar em forma e vimos que essa oportunidade era perfeita para ajudá-lo”, explicou a porta-voz da GP2, Alexa Quintin.

“Os conselhos de Michael terão um valor inestimável. Estou confiante de que ele vai noa ajudar a desenvolver um grande carro para a próxima temporada”, declarou o organizador da GP2 Bruno Michel.

A última vez que Schumacher pilotou um monoposto foi no meio do ano passado, quando anunciou seu retorno pela Ferrari para substituir o acidentado Felipe Massa. Mas o alemão sentiu dores no pescoço durante os testes e acabou adiando o seu retorno, agora confirmado pela Mercedes GP.

De acordo com o representante do piloto, Schumacher irá testar com um carro da equipe Supernova de GP2. Os primeiros ensaios com o carro da Mercedes só serão realizados a partir do dia 1 de fevereiro no circuito Ricardo Tormo, em Valência, junto com as outras equipes.

Heptacampeão de Fórmula 1, Schumacher não disputa um grande prêmio desde 2006, quando anunciou a sua aposentadoria. Até o ano passado, ele marcava presença apenas em eventos festivos e de kart, além de motovelocidade – foi justamente um acidente de moto sofrido em fevereiro do ano passado que provocou as dores no pescoço que o levaram a adiar o seu retorno à Fórmula 1.

fonte: esporte.uol.com.br

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Todt confirma ser candidato

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ex-chefe da Ferrari é apoiado por Max Mosley, atual presidente da entidade

O francês Jean Todt, ex-chefe da equipe Ferrari, confirmou nesta quinta-feira a candidatura à presidencia da FIA, cujo pleito está marcado para outubro.Todt, conhecido por tirar a escuderia italiana de um jejum de títulos que durou 21 anos, é o candidato da “situação” e tem o apoio do atual presidente, Max Mosley. O gaulês é o segundo candidato oficial ao cargo, ao lado do finlandês Ari Vatanen, ex-campeão mundial de rali, que anunciou a participação na disputa semana passada.”Após a decisão de Max Mosley de não tentar uma reeleição, e seu apoio inequívoco à minha candidatura, escrevi aos afiliados da FIA informando meu desejo de concorrer à presidência”, disse o francês. “É minha intenção continuar e expandir o trabalho fabuloso do presidente Mosley, que, por 16 anos, trabalhou incansavelmente para a força da FIA no esporte e a posição da entidade como a voz do público, promovendo segurança, clareza e mobilidade a todos”. “Dada a estrutura única da FIA e suas tarefas gêmeas no esporte e nas ruas, é preciso mais que um presidente para conduzir a organização, e estou feliz em anunciar minha equipe de liderança”. “Para a posição de presidente dos representantes, proporei Brian Gibbons, executivo-chefe da Associação de Automobilismo da Nova Zelândia; para presidente dos representantes do esporte, sugiro Graham Stroker, presidente do conselho da Associação de Esportes a Motor do Reino Unido; e, para presidente do senado, indico Nick Craw, presidente da ACCUS e atual presidente dos representantes do esporte”, anunciou.”Estou confiante que, juntos, ofereceremos à FIA a oportunidade de eleger uma liderança dinâmica de grande experiência e comprometimento”, completou Todt.
fonte: tazio.uol.com.br

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Um novo Comando para FIA

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Mosley desiste oficialmente de tentar a reeleição da FIA e apoia Todt

O atual presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o britânico Max Mosley, confirmou nesta quarta-feira que não irá se candidatar à reeleição no próximo dia 23 de outubro. O comunicado foi feito através de uma carta enviada a todos os setores que compõem a organização.
No texto, Mosley afirmou que, apesar de receber quase uma centena de mensagens de membros da FIA, optou por não tentar a reeleição para aquele que seria seu quinto cargo à frente da entidade máxima do automobilismo. A principal razão, segundo ele, é poder dedicar maior tempo à família.
“De um ponto de vista pessoal, será muito difícil eu mudar de ideia e me candidatar novamente”, escreveu o dirigente. “Há alguns meses, eu comecei a pensar em como ficaria minha vida familiar após o próximo mês de outubro. Também informei a membros da FIA que eu não me candidataria. Reeleger-me agora complicaria minha vida particular e seria incompatível com minhas obrigações familiares, particularmente após nossa perda recente [Alexander, filho de Mosley, morreu no último mês de maio, vítima de suposta overdose de drogas]. Além disso, eu tenho sentido que preciso trabalhar menos. Afinal, completarei 70 anos no ano que vem”.
Mosley havia assegurado no dia 24 de junho, após se reunir com a Fota (Associação das Equipes de F-1) para evitar a ideia de organização de um campeonato paralelo, que não iria tentar a reeleição. Entretanto, dias depois, chateado com as escuderias após chegar a um acordo, o britânico voltou atrás e deu a entender que tentaria continuar na presidência da FIA. A carta divulgada nesta quarta é uma vitória política das escuderias. Além de ameaçarem um rompimento com a F-1, os times não pouparam críticas a Mosley nos últimos meses, chamando-o, na maioria das vezes, de autoritário e retrogrado.Segundo Mosley, o novo Pacto de Concórdia a ser assinado pelas equipes nos próximos dias e a evolução dos esportes a motor deram-no tranqüilidade para afastar-se definitivamente do cargo de presidente da FIA.
Apoio a Jean Todt
Por enquanto, o único pré-candidato às eleições de outubro é o finlandês Ari Vatanen, campeão mundial de rali em 1981 e tetracampeão do Rali Dakar (1987, 89, 90 e 91). No entanto, no texto enviado hoje, Mosley oficializou seu apoio a Jean Todt, ex-chefe da Ferrari, ainda que o francês não tenha oficializado uma candidatura.
“Acredito que a pessoa certa para conduzir este grupo seja Jean Todt”, escreveu Max Mosley, para quem a FIA deve ser comandada por pessoas fortes, experientes e competentes. “Jean é, inquestionavelmente, o melhor dirigente de esportes a motor da sua geração e talvez até de todos os tempos. Se ele concordar em se candidatar, acredito que será a pessoa ideal para continuar e até estender o trabalho realizado nos últimos 16 anos [período em que Mosley esteve no comando]. Ele pode interagir em todas as áreas da FIA. E eu espero que vocês [membros da FIA que receberam a carta] prestem seu apoio a ele”.
Chefe da Ferrari nos tempos de Michael Schumacher, quando a equipe conquistou seis Mundiais de construtores e outros cinco de pilotos, Todt também tem uma longa carreira em outras áreas da velocidade. Como chefe da Peugeot, ele venceu as 24 horas de Le Mans e o Rali Paris-Dakar. Nesta última prova, por sinal, suas vitórias vieram justamente com as conquista de Ari Vatanen, seu provável rival nas eleições de outubro.Apesar do histórico de Todt ligado as suas antigas equipes, Mosley não acredita que o francês beneficiaria os times. “É preciso enfatizar que ele não seria um candidato da indústria do motor. Ele não teria nenhuma relação especial com suas antigas equipes, a Ferrari e a Peugeot-Citroen”, opinou o atual presidente da FIA.
Mas apesar do otimismo de Mosley, a forte ligação de Todt com a Ferrari pode comprometer sua candidatura junto às demais equipes. Nesta quarta, logo após a divulgação da carta do presidente da FIA, o diretor geral da McLaren, Martin Whitmarsh, reiterou seu apoio a Vatanen.
“Ele é uma pessoa que sugere novidade, e renovar o mundo do esporte é algo desejável agora”, comentou o dirigente. “Foi um grande piloto e um campeão mundial, por isso creio que entende bem a competição. Também tem sido um político de êxito [integrou o Parlamento Europeu], e isso é um adendo, porque há muita política na F-1, no automobilisno e na FIA”.
Fonte: esporte.uol.com.br

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