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Família Piquet processa Briatore e pede R$ 540 mil

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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Briatore e Nelsinho

Briatore e Nelsinho

A família Piquet entrou com uma ação na justiça no valor de 200 mil libras esterlinas (cerca de R$ 541 mil) contra Flávio Briatore. De acordo com o jornal inglês “Daily Mail”, o piloto de 24 anos e seu pai, tricampeão mundial em 1981, 1983 e 1987 entraram com um processo na Alta Corte de Londres contra o ex-dirigente italiano.

A família acusa o ex-chefe da Renault de difamação, e um dos ítens usados pela dupla é um comunicado de imprensa, onde Briatore diz que pai e filho deram falsas evidências à FIA no “Nelsinhogate”, episódio acontecido no GP de Cingapura. Na ocasião, Nelsinho bateu deliberadamente em prol de seu companheiro, Fernando Alonso, que venceu a prova.

No entanto, apesar de ter divulgado o comunicado em setembro passado, revelando que a equipe e Briatore processariam a família Piquet, a montadora retirou as ações legais assim que a FIA confirmou a veracidade do assunto, mas não se desculpou.

“Dado o fato que a Renault não aceitou o convite dos Piquets de tirar as ações e se desculpar, eles [Nelson pai e filho] não tiveram outra opção a não ser demonstrar a falsidade dessas alegações no tribunal”, disse o advogado da família, Dominic Crossley.

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Chuva e traçado de rua prometem corrida com mais emoção na Austrália

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quarta-feira, 24 de março de 2010
Estreia do novo safety Car promete chamar a atenção em Melborne

Estréia do novo safety Car promete chamar a atenção em Melborne

Depois de avaliar como “chata” a primeira corrida do ano no Bahrein, a Fórmula 1 passou as últimas duas semanas discutindo a possibilidade de criar novas regras para trazer mais emoção aos GPs. No entanto, mesmo sem nenhuma solução até o momento, três características do GP da Austrália devem colaborar para diminuir a polêmica: traçado de rua, histórico e possibilidade de chuva.

O primeiro motivo para acreditar que a prova deste domingo será mais interessante para o público que a de Sakhir é o próprio circuito de Melbourne, que tem característica de pista urbana. Em vários pontos do traçado não há área de escape, e um erro pode facilmente levar o piloto para o muro.

Por causa disso, a corrida em Melbourne costuma ter muitas bandeiras amarelas, entradas de safety car e abandonos, que criam muitas alternativas durante a corrida. Como aconteceu na prova do ano passado, quando a prova terminou sob bandeira amarela, com o carro de segurança na pista. Antes, o acidente de Kasuki Nakajima já tinha forçado a entrada do safety car entre as voltas 18 e 24. Em 2008, apenas seis carros receberam a bandeirada.

“Acho que vai ser uma das pistas que vai começar a mostrar quem erra mais e quem erra menos entre os pilotos. É uma pista onde é bem fácil errar”, disse Bruno Senna.

Outro fator que pode trazer mais emoção na Austrália é a possibilidade de chuva durante o final de semana. O The Weather Channel, por exemplo, prevê céu nublado e 40% de chances de precipitação no sábado e 30% no domingo. Os sites Agora Tempo e Freemeteo também mostram presença de nuvens e possibilidade de chuva para os dois dias em Melbourne.

Ídolo na Austrália, o piloto local Mark Webber torce pela chuva em Melbourne. “Sabemos que o tempo aqui pode variar bastante, então muitas coisas podem mudar repentinamente”, disse o piloto da Red Bull à GP Week. Por ter passado boa parte da prova “preso” atrás de carros mais lentos sem conseguir passar, Webber foi um dos que mais criticou a corrida no Bahrein, pedindo soluções para facilitar ultrapassagens.

Mas há quem diga que é preciso esperar um pouco mais para se pensar em mudança de regras. “É muito cedo para se tirar conclusões e para pensar em mudanças no regulamento”, escreveu Fernando Alonso em seu blog, na terça-feira. “Temos que ver como se desenvolvem as corridas para examinar a situação com mais calma. Uma constante mudança de regras pode confundir os fãs”, disse o espanhol da Ferrari.

fonte: esportes.uol.com.br

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Vitorioso em 2009, Button prevê McLaren mais veloz em Melbourne

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terça-feira, 23 de março de 2010
Jenson Button em evento promocional do GP de Melbourne, na Austrália

Jenson button em evento promocional do GP de Melbourne, na Austrália

O atual campeão mundial da Fórmula 1 Jenson Button não teve um grande começo de campeonato, com sua McLaren ficando atrás de Ferraris, Mercedes e Red Bull. Para o GP de Melbourne, neste domingo, ele espera ver um carro mais veloz, em busca de um resultado mais parecido com o que teve em 2009.

“No último ano, este GP foi um conto de fadas para mim. Eu peguei a pole e venci, o que foi um dos momentos mais emocionantes e sentimentais da minha carreira”, disse Button, já na Austrália para a segunda prova do ano.

Button foi sétimo colocado no Bahrein, em prova que teve dobradinha da Ferrari, liderada por Fernando Alonso. Seu companheiro, Lewis Hamilton, campeão da temporada 2008, completou o pódio em terceiro.

“Acho que chegaremos muito mais perto aqui. O circuito deve se encaixar melhor a nós”, analisou o inglês. “Lewis já foi bem aqui e eu também, então esperamos um bom resultado. A primeira prova foi bem difícil para nós, então um pódio em Melbourne seria fantástico.”

O piloto britânico coloca a Red Bull como favorita. Sebastian Vettel foi pole position e liderou boa parte da prova, partindo para um triunfo tranquilo. Não venceu devido a um problema mecânico.

PROVAS MAIS DISPUTADAS

Button concordou que a abertura do Mundial teve pouca emoção, uma crítica bastante ouvida após a prova, principalmente devido à falta de grandes ultrapassagens.

“A última prova não foi excitante do ponto de vista dos fãs. Acho que temos de melhorar, estudar o que aconteceu, mas não ficarmos muito preocupados. Temos de trabalhar para melhorar o espetáculo quando ele não acontecer”, afirmou o atual campeão.

fonte: esportes.uol.com.br

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Viviane Senna vê semelhanças entre Ayrton e Bruno após corrida no Bahrein

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segunda-feira, 22 de março de 2010
Bruno Senna: é inevitável a comparação com o tio ídolo

Bruno Senna: é inevitável a comparação com o tio ídolo

Comparar a habilidade de Ayrton Senna com a de seu sobrinho é, obviamente, uma injustiça com Bruno Senna. Mesmo assim, desde que começou sua carreira, o piloto da Hispania na Fórmula 1 respondeu em quase todas as suas entrevistas perguntas sobre a responsabilidade de carregar consigo o sobrenome de uma lenda do automobilismo mundial.

Talvez porque Bruno “sofra” com um agravante que torna quase inevitável uma comparação entre os dois: a impressionante semelhança física com seu tio. Mas mesmo com o peso do sobrenome, a herança genética pode ser uma vantagem na sequência da carreira do jovem que acaba de chegar à Fórmula 1.

Mãe de Bruno e irmã de Ayrton Senna, Viviane Senna vê no filho algumas características que marcaram a carreira de seu irmão. “Fora a semelhança física, que todos mencionam muito, ele tem a mesma determinação que o Ayrton tinha. A coisa da disciplina, da dedicação, do foco no trabalho”, disse Viviane.

Segundo a presidente do Instituto Ayrton Senna, tais semelhanças puderam ser percebidas já na primeira corrida do filho na Fórmula 1, no GP do Bahrein, quando Bruno e a igualmente estreante equipe Hispania correram contra o tempo para preparar para a prova um carro que nunca havia sido testado.

“Até um jornalista que acompanha todos os GPs comentou comigo que ficou impressionado com o modo como o Bruno atendeu à imprensa no Bahrein. Era uma quantidade enorme de gente mesmo. Afinal, tem toda essa coisa da volta do sobrenome Senna à categoria”, falou Viviane.

“O Bruno terminou as entrevistas e mudou o foco totalmente para o carro, como se girasse uma chave. Saiu daquele ambiente tão agitado, se virou para o carro e de repente apagou. Era ele, o carro e a equipe. Ele tem esse dom de concentração, foco e disciplina”, contou Viviane, que celebrou no último domingo a data em que o irmão Ayrton completaria 50 anos de idade.

fonte: esportes.uol.com.br

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Corridas chatas não preocupam Di Grassi: “Quero é cuidar do meu carro”

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quinta-feira, 18 de março de 2010
Di Grassi abandonou a corrida em Bahrein na 3ª volta

Di Grassi abandonou a corrida em Bahrein na 3ª volta

A falta de emoção na primeira etapa da temporada 2010 da Fórmula 1 gerou muita polêmica. Com a intenção de criar um espetáculo mais atraente para o público e evitar corridas chatas, como foi considerada a do Bahrein, pilotos e dirigentes já estudam possíveis mudanças no regulamento que facilitem as ultrapassagens e gerem mais ação.

Porém, nem todos os pilotos estão preocupados com o “show”. Para o brasileiro Lucas di Grassi, que abandonou a primeira corrida de sua carreira na F-1 logo na terceira volta com um problema hidráulico em sua Virgin, por enquanto existem outras prioridades mais importantes.

“Minha preocupação no momento é fazer meu trabalho. Quero é cuidar da minha equipe e do meu carro primeiro. Não cabe a mim organizar o campeonato”, disse o piloto da Virgin.

Para Di Grassi, ainda é cedo para se discutir uma mudança nas regras da atual temporada. “Acho que tem de se esperar um pouco, foi só a primeira prova. Antes de tomar uma decisão, se é que será tomada uma decisão, é preciso analisar mais corridas. Aí sim ver se vale a pena fazer alguma mudança”, falou o brasileiro de sua casa em Londres.

Apesar de não se preocupar com as provas entediantes no momento, Di Grassi não fugiu da polêmica. “Sem dúvida, existem várias formas de fazer a F-1 ter mais emoção e mais ultrapassagens. Uma é fazer os carros mais lentos largarem na frente dos mais rápidos. Independentemente da pista, do pneu ou do reabastecimento, se o mais rápido largar na frente, vai abrir vantagem e não vai ter briga nenhuma”, sugeriu.

“Mas ao mesmo tempo isso não seria justo, porque os mais rápidos merecem largar na frente. Então é um conflito”, continuou. “A conta é bem simples. Qualquer carro a qualquer velocidade gera arrasto, uma zona de baixa pressão, o famoso vácuo. O de trás perde arrasto e ganha velocidade. Para ultrapassar, esse ganho tem de ser maior do que a perda de aderência”, explicou Di Grassi.

“Existem várias formas de se fazer isso. Mas, pelo que entendi, o regulamento não deve mudar. O que foi combinado para este ano deve ser mantido. Mas estou focado mesmo é no meu trabalho na Virgin”, finalizou o brasileiro, que espera ter condições de completar a próxima corrida, na Austrália, dia 28 de março.

fonte: esportes.uol.com.br

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Fim do reabastecimento acirra disputa entre fornecedores de gasolina na F-1

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quarta-feira, 10 de março de 2010
Rubinho sem combustível em 2003 no GP Brasil

Rubinho sem combustível em 2003 no GP Brasil

De todas as mudanças no regulamento da Fórmula 1 para a temporada 2010, o fim do reabastecimento foi a que gerou maiores transformações. Além de projetar carros totalmente diferentes dos usados nas últimas temporadas, já que o tanque de combustível agora é bem maior que seus antecessores, as equipes terão de se preocupar com o consumo e o risco de pane seca no final das corridas.

Para Gilberto Pose, engenheiro de combustíveis da Shell (fornecedora de gasolina da Ferrari), a maior atenção dada aos combustíveis nesta temporada acirra a competição entre as fornecedoras, que irão travar uma batalha particular em busca da gasolina que gere o melhor desempenho possível para o carro de suas equipes.

“A competição gera uma comparação. Existe uma especificação da FIA a ser seguida no desenvolvimento dos combustíveis. Mas dentro disso temos uma faixa de manobra, e isso gera uma competição entre as distribuidoras. E para o público, pode gerar a percepção de que aquela marca pode ter ajudado mais que a outra ao analisar o desempenho de uma determinada equipe”, explicou Pose.

No entanto, a influência do combustível será mais importante em provas específicas. Para Rogério Gonçalves, coordenador técnico do programa de F-1 da Petrobras, a gasolina terá maior importância nas provas disputas em pistas onde o consumo de combustível é mais significativo.

“Alguns projetos [de carros] podem estar com a gasolina muito no limite, principalmente em algumas pistas onde o consumo é mais crítico. É possível que os fornecedores desenvolvam uma gasolina específica para essas pistas. Sem dúvida, nessas pistas mais críticas, [a gasolina] será mais determinante. Mas nos circuitos onde você só busca potência, será como antes”, disse Gonçalves, que trabalhou por 11 temporadas na parceria entre a Petrobras e a equipe Williams.

Para o especialista da Petrobras, o risco de pane seca vai aumentar bastante em 2010. “Acho que o risco é grande. Só que as equipes tem artifícios para minimizar isso. Limitando a potência do motor, por exemplo. Provavelmente algumas vão solicitar isso aos pilotos”, falou Gonçalves.

A opinião é compartilhada pelo brasileiro Rubens Barrichello. “Os testes mostraram que em alguns circuitos os pilotos não poderão exigir tudo do carro a fim de reduzir o consumo da gasolina para receber a bandeirada”, disse o piloto da Williams.

 

Fonte> esportes.uol.com.br

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Felipe Massa fala com exclusividade para a Race TV

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sexta-feira, 5 de março de 2010
Massa concedeu entrevista a Race TV

Massa concedeu entrevista a Race TV

Em evento para apresentação do Racing Festival em São Paulo nesta quinta-feira(04), Felipe Massa piloto da Ferrari de Fórmula 1 conversou com Ricardo Montesano, sobre a competição da qual é padrinho.

Massa testou o carro da Fórmula Future e disse que está muito bom. Segundo Felipe é importante termos no Brasil uma categoria para formar pilotos e prepará-los para as demais categorias do automibilismo mundial.O que não ocorria no passado, quando os pilotos saiam do Kart direto para competições como GP2.

A primeira etapa do Racing Festival está marcada para os dias 24 e 25 de abril, em Interlagos – São Paulo.

Você vê a matéria completa com Felipe Massa no Race News da próxima semana.

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“Michael Schumacher é o mesmo de antigamente”, diz Ross Brawn

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segunda-feira, 1 de março de 2010
Michael Schumacher

Michael Schumacher

O chefe da Mercedes GP, Ross Brawn, disse que Michael Schumacher é o mesmo piloto com o qual trabalhou durante vários anos na Ferrari antes do alemão se aposentar no final de 2006. O heptacampeão mundial está voltando às pistas na equipe da montadora alemã, novamente ao lado de Brawn.

“Ele está muito parecido com o que eu me lembro. Obviamente ele parou porque estava um pouco cansado de Formula 1, mas está de volta agora. Está muito apaixonado pelas corridas novamente, e trabalhando muito forte com Nico [Rosberg] para melhorar o carro”, falou.

O chefe da Mercedes disse que Schumacher está se adaptando perfeitamente à nova equipe, e avalia que o alemão estará 100% pronto para correr em breve.

“Você nunca sabe totalmente como ele está, porque nós não estamos aptos a testar os dois pilotos no mesmo dia e no mesmo carro, mas estou certo de que ele por si só vai encontrar o seu melhor na hora certa. Isso é natural”, afirmou.

Brawn também admite que Schumacher e seu companheiro Nico Rosberg tiveram desempenhos muito semelhantes durantes os testes da pré-temporada.

“Parece que a diferença é muito estreita entre os dois. Você não gostaria de ver um deles ficando pra trás, mas julgando as comparações de todos os dias eles estão muito próximos”, contou Brawn.

“Mas não acho que eles sabem como estão porque as pistas são sempre diferentes umas das outras. É muito difícil fazer comparações, mas acho que ambos estão se tornando competitivos”, finalizou o chefe da Mercedes.

fonte:esporte.uol.com.br

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Campos e USF1 podem realizar fusão

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O futuro de José María López (USF1) está próximo de ser definido dentro da Fórmula 1. Mas uma novidade pode ocorrer nas próximas 24 horas, segundo o empresário do piloto, Felipe McGough.

O agente afirmou à radio argentina Cadena 3, que os dirigentes da Campos e USF1 se encontraram e conversaram sobre a possibilidade de uma fusão, assim garantindo um lugar para López na categoria.

“Tivemos seis horas de reunião com os investidores da USF1 e com os novos proprietários da Campos. Discutimos a possibilidade de uma fusão, mas o mais importante é que, independentemente do resultado, José Maria está incluído no projeto”, disse McGough.

Em entrevista ao jornal Hoy, Felipe acrescentou: “Os dois grupos farão o impossível para que López esteja na F-1. Tanto (Chad) Hurley, co-fundador do Youtube, quanto José Ramón Carabante, novo proprietário da Campos, conversaram durante várias horas para encontrar uma solução para a questão do orçamento das duas equipes”.

“Apesar de estarmos correndo contra o relógio e com muita ansiedade, acho que após as reuniões, as perspectivas para López podem estar mais clara”, declarou.

McCough também confirmou que Bernie Ecclestone, presidente da FOM (Formula One Management) ajudou nas negociações. Segundo o jornal argentino La Nación, a reunião que acontecerá hoje, terá a presença de um representante do dirigente.

Fonte: amigosdavelocidade.com.br

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Acordo mantém Campos na F-1 até 2010

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Acionistas da Campos

Acionistas da Campos

Um acordo costurado por Bernie Ecclestone, chefe-mor da Fórmula 1, e pelo empresário José Ramón Cabarante – acionista majoritário da Campos – possibilitou a permanência da escuderia espanhola na categoria por essa temporada.

As informações são do diário espanhol As.

O compromisso indica que Adrián Campos sairá do comando do time que, inclusive, mudará de nome antes do GP do Bahrein (14/3). Além disso, Cabarante desembolsará US$ 6 milhões para desbloquear os novos carros junto a Dallara.

E o mais importante, Ecclestone já arranjou a venda da equipe para a montadora Volkswagen no ano que vem. A multinacional, depois de muito relutar em anos anteriores, demonstrou interesse em desembarcar na categoria. Colin Kolles será o chefe de equipe.

A Campos, assim, permanece no grid em 2010 utilizando um modelo Dallara/Cosworth e mantém o emprego de 120 funcionários, entre eles Bruno Senna que por enquanto é o único piloto confirmado para a temporada.

fonte: Diário espanhol As.

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