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Felipe Massa luta contra tabu para diminuir diferença para Alonso na Austrália

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quinta-feira, 25 de março de 2010
Massa não costuma ter sorte em Melbourne

Felipe Massa não costuma ter sorte em Melbourne

Após ser o segundo colocado na corrida de abertura da temporada no Bahrein, quando fechou a dobradinha da Ferrari atrás do vencedor Fernando Alonso, o brasileiro Felipe Massa terá de quebrar um tabu no GP da Austrália, neste final de semana, para diminuir a diferença para o companheiro de equipe na tabela de classificação do Mundial. Alonso tem 25 pontos, contra 18 do brasileiro.

Mesmo com Red Bull, McLaren e Mercedes na briga pela vitória, a Ferrari deve manter sua força e continuar figurando entre as primeiras colocações em Melbourne. Com isso, Massa e Alonso poderão permanecer na ponta da tabela mesmo se não vencerem.

Portanto, chegar na frente do espanhol em Melbourne pode significar até a liderança do campeonato para Massa, que de quebra evitaria que o espanhol abrisse vantagem na luta pelo posto de primeiro piloto da equipe italiana. Apesar de ainda não haver hierarquia entre os ferraristas, dificilmente a equipe manterá essa situação até o fim da temporada, que promete ser bastante equilibrada.

Mas para vencer o bicampeão este domingo, o brasileiro precisa mudar sua sorte em Melbourne. Massa terminou apenas duas das sete corridas que disputou lá: em 2005, com a Sauber, largou em 18º e chegou em 10º, último entre os que terminaram a prova; em 2007, com a Ferrari, teve problemas na classificação e largou em último, fechando a corrida em 6º e somando os únicos pontos de sua carreira em Albert Park.

Antes, Massa se envolveu em acidentes em 2002 (Sauber) e 2006 (Ferrari). Em 2004 (Sauber) e 2008 (Ferrari), foi o motor que o deixou a pé. No ano passado, largou em 6º, mas deixou a prova com problemas na suspensão de sua Ferrari. Sua melhor posição de largada foi um quarto lugar em 2008, ano em que foi vice-campeão mundial.

Seu atual companheiro de equipe, porém, tem um histórico respeitável na Austrália. Alonso completou todas as oito corridas que fez em Melbourne, conquistando um total de quatro pódios. Alonso nunca fez uma pole position naquela pista, mas chegou a largar em segundo em 2007.

O espanhol soma uma vitória em 2006 (Renault), um segundo lugar em 2007 (McLaren), dois terceiros em 2004 e 2005 (Renault), um quarto e um quinto lugares em 2008 e 2009, respectivamente – nestas ocasiões com um carro pouco competitivo da Renault –, e uma sétima posição em 2001, quando fez sua estreia na categoria com a Minardi.

Entre 1996 e 2009, o GP da Austrália só não abriu a temporada de 2006. Por isso, muitos pilotos do atual grid fizeram sua estreia na categoria naquela pista. Massa e Alonso não fogem a essa regra. Porém, ambos têm históricos bastante diferentes em Albert Park.

Mas, apesar de o histórico do brasileiro ser desfavorável em relação ao do espanhol, uma característica do GP da Austrália pode ser animadora para Massa: nas últimas três corridas em Melbourne, o pole position venceu. Massa é muito rápido na classificação, e largou na frente de Alonso no Bahrein. Portanto, repetir o feito no próximo sábado pode ser o primeiro passo para superar Alonso na tabela.

fonte: esportes.uol.com.br

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Chuva e traçado de rua prometem corrida com mais emoção na Austrália

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quarta-feira, 24 de março de 2010
Estreia do novo safety Car promete chamar a atenção em Melborne

Estréia do novo safety Car promete chamar a atenção em Melborne

Depois de avaliar como “chata” a primeira corrida do ano no Bahrein, a Fórmula 1 passou as últimas duas semanas discutindo a possibilidade de criar novas regras para trazer mais emoção aos GPs. No entanto, mesmo sem nenhuma solução até o momento, três características do GP da Austrália devem colaborar para diminuir a polêmica: traçado de rua, histórico e possibilidade de chuva.

O primeiro motivo para acreditar que a prova deste domingo será mais interessante para o público que a de Sakhir é o próprio circuito de Melbourne, que tem característica de pista urbana. Em vários pontos do traçado não há área de escape, e um erro pode facilmente levar o piloto para o muro.

Por causa disso, a corrida em Melbourne costuma ter muitas bandeiras amarelas, entradas de safety car e abandonos, que criam muitas alternativas durante a corrida. Como aconteceu na prova do ano passado, quando a prova terminou sob bandeira amarela, com o carro de segurança na pista. Antes, o acidente de Kasuki Nakajima já tinha forçado a entrada do safety car entre as voltas 18 e 24. Em 2008, apenas seis carros receberam a bandeirada.

“Acho que vai ser uma das pistas que vai começar a mostrar quem erra mais e quem erra menos entre os pilotos. É uma pista onde é bem fácil errar”, disse Bruno Senna.

Outro fator que pode trazer mais emoção na Austrália é a possibilidade de chuva durante o final de semana. O The Weather Channel, por exemplo, prevê céu nublado e 40% de chances de precipitação no sábado e 30% no domingo. Os sites Agora Tempo e Freemeteo também mostram presença de nuvens e possibilidade de chuva para os dois dias em Melbourne.

Ídolo na Austrália, o piloto local Mark Webber torce pela chuva em Melbourne. “Sabemos que o tempo aqui pode variar bastante, então muitas coisas podem mudar repentinamente”, disse o piloto da Red Bull à GP Week. Por ter passado boa parte da prova “preso” atrás de carros mais lentos sem conseguir passar, Webber foi um dos que mais criticou a corrida no Bahrein, pedindo soluções para facilitar ultrapassagens.

Mas há quem diga que é preciso esperar um pouco mais para se pensar em mudança de regras. “É muito cedo para se tirar conclusões e para pensar em mudanças no regulamento”, escreveu Fernando Alonso em seu blog, na terça-feira. “Temos que ver como se desenvolvem as corridas para examinar a situação com mais calma. Uma constante mudança de regras pode confundir os fãs”, disse o espanhol da Ferrari.

fonte: esportes.uol.com.br

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Vitorioso em 2009, Button prevê McLaren mais veloz em Melbourne

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terça-feira, 23 de março de 2010
Jenson Button em evento promocional do GP de Melbourne, na Austrália

Jenson button em evento promocional do GP de Melbourne, na Austrália

O atual campeão mundial da Fórmula 1 Jenson Button não teve um grande começo de campeonato, com sua McLaren ficando atrás de Ferraris, Mercedes e Red Bull. Para o GP de Melbourne, neste domingo, ele espera ver um carro mais veloz, em busca de um resultado mais parecido com o que teve em 2009.

“No último ano, este GP foi um conto de fadas para mim. Eu peguei a pole e venci, o que foi um dos momentos mais emocionantes e sentimentais da minha carreira”, disse Button, já na Austrália para a segunda prova do ano.

Button foi sétimo colocado no Bahrein, em prova que teve dobradinha da Ferrari, liderada por Fernando Alonso. Seu companheiro, Lewis Hamilton, campeão da temporada 2008, completou o pódio em terceiro.

“Acho que chegaremos muito mais perto aqui. O circuito deve se encaixar melhor a nós”, analisou o inglês. “Lewis já foi bem aqui e eu também, então esperamos um bom resultado. A primeira prova foi bem difícil para nós, então um pódio em Melbourne seria fantástico.”

O piloto britânico coloca a Red Bull como favorita. Sebastian Vettel foi pole position e liderou boa parte da prova, partindo para um triunfo tranquilo. Não venceu devido a um problema mecânico.

PROVAS MAIS DISPUTADAS

Button concordou que a abertura do Mundial teve pouca emoção, uma crítica bastante ouvida após a prova, principalmente devido à falta de grandes ultrapassagens.

“A última prova não foi excitante do ponto de vista dos fãs. Acho que temos de melhorar, estudar o que aconteceu, mas não ficarmos muito preocupados. Temos de trabalhar para melhorar o espetáculo quando ele não acontecer”, afirmou o atual campeão.

fonte: esportes.uol.com.br

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Corridas chatas não preocupam Di Grassi: “Quero é cuidar do meu carro”

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quinta-feira, 18 de março de 2010
Di Grassi abandonou a corrida em Bahrein na 3ª volta

Di Grassi abandonou a corrida em Bahrein na 3ª volta

A falta de emoção na primeira etapa da temporada 2010 da Fórmula 1 gerou muita polêmica. Com a intenção de criar um espetáculo mais atraente para o público e evitar corridas chatas, como foi considerada a do Bahrein, pilotos e dirigentes já estudam possíveis mudanças no regulamento que facilitem as ultrapassagens e gerem mais ação.

Porém, nem todos os pilotos estão preocupados com o “show”. Para o brasileiro Lucas di Grassi, que abandonou a primeira corrida de sua carreira na F-1 logo na terceira volta com um problema hidráulico em sua Virgin, por enquanto existem outras prioridades mais importantes.

“Minha preocupação no momento é fazer meu trabalho. Quero é cuidar da minha equipe e do meu carro primeiro. Não cabe a mim organizar o campeonato”, disse o piloto da Virgin.

Para Di Grassi, ainda é cedo para se discutir uma mudança nas regras da atual temporada. “Acho que tem de se esperar um pouco, foi só a primeira prova. Antes de tomar uma decisão, se é que será tomada uma decisão, é preciso analisar mais corridas. Aí sim ver se vale a pena fazer alguma mudança”, falou o brasileiro de sua casa em Londres.

Apesar de não se preocupar com as provas entediantes no momento, Di Grassi não fugiu da polêmica. “Sem dúvida, existem várias formas de fazer a F-1 ter mais emoção e mais ultrapassagens. Uma é fazer os carros mais lentos largarem na frente dos mais rápidos. Independentemente da pista, do pneu ou do reabastecimento, se o mais rápido largar na frente, vai abrir vantagem e não vai ter briga nenhuma”, sugeriu.

“Mas ao mesmo tempo isso não seria justo, porque os mais rápidos merecem largar na frente. Então é um conflito”, continuou. “A conta é bem simples. Qualquer carro a qualquer velocidade gera arrasto, uma zona de baixa pressão, o famoso vácuo. O de trás perde arrasto e ganha velocidade. Para ultrapassar, esse ganho tem de ser maior do que a perda de aderência”, explicou Di Grassi.

“Existem várias formas de se fazer isso. Mas, pelo que entendi, o regulamento não deve mudar. O que foi combinado para este ano deve ser mantido. Mas estou focado mesmo é no meu trabalho na Virgin”, finalizou o brasileiro, que espera ter condições de completar a próxima corrida, na Austrália, dia 28 de março.

fonte: esportes.uol.com.br

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Melhor estreante, Bia Figueiredo espera assinar novo contrato para disputar toda a temporada

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quarta-feira, 17 de março de 2010
Bia Figueiredo e seu empresário,  o ex-piloto André Ribeiro

Bia Figueiredo e seu empresário, o ex-piloto André Ribeiro

Com o melhor resultado entre todos os estreantes, a paulista Bia Figueiredo, que terminou a SP Indy 300 na 13ª colocação, espera ter mostrado serviço suficiente para chamar a atenção de algum patrocinador que banque o restante da temporada 2010. O seu contrato com a Dreyer & Reinbold Racing era válido apenas para a prova paulista.

- Estou muito feliz de ter terminado a prova. O resultado foi muito importante para a minha carreira. Agora está tudo na mão do (empresário) André Ribeiro e da equipe. Gostaria muito de poder disputar toda a temporada – afirmou a brasileira.

Bia disse que sofreu muito durante todo o fim de semana.

- Foi tudo muito complicado para mim. Nos primeiros treinos, tive problemas mecânicos e não andei como gostaria. Para complicar ainda mais, teve o meu acidente. Hoje na corrida, tinha como principal objetivo fugir dos acidentes no começo e completar a prova. Com o passar do tempo, fui ganhando confiança e, já no fim, andava no mesmo tempo dos primeiros colocados – analisou.

Para concluir, Bia mantém o otimismo e espera estar na prova de São Petesburgo, que acontecerá em duas semanas.

- Essa corrida será um marco na minha carreira. Quero usá-la para mostrar que posso disputar toda a temporada. Sem dúvida, o resultado vai ajudar nas negociações e estou muito feliz com o resultado final – concluiu.

Fonte: globoesporte.globo.com

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Times se reúnem para discutir GP “chato” do Bahrein; Ecclestone pede calma

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terça-feira, 16 de março de 2010
GP Bahrein - Bernie Ecclestone com Alonso e Massa

GP Bahrein - Bernie Ecclestone com Alonso e Massa

Apesar do chefe da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, pedir calma quanto às novas regras da categoria para a temporada de 2010, as equipes não querem perder tempo após o GP do Bahrein, considerado “chato” por sua falta de emoção. Nesta terça-feira, a Fota, associação das escuderias, fará uma reunião para discutir o que pode ser feito para mudar o cenário da abertura do Mundial.

Segundo o site especializado suíço Motorsport Aktuell, representantes dos times farão uma conferência para abordar o tema, um dos assuntos mais comentados do fim de semana.

Com as novas regras, principalmente a que acabou com o reabastecimento da categoria, a estratégia das equipes perdeu força na decisão das corridas, pelo que se viu no Bahrein.

Michael Schumacher chegou a dizer que o mais importante no momento é largar bem e depois fazer apenas uma corrida sem falhas, já que as ultrapassagens estão “impossíveis”, ficando por conta muito mais dos erros dos rivais do que pelo desempenho melhor de um piloto.

Uma das medidas que entrou em pauta de discussão é a regulamentação de um segundo pit stop obrigatório para os pilotos, para troca de pneus. O objetivo é dar mais movimento às corridas.

No Bahrein, a prova se encaminhava para uma vitória tranquila de Sebastian Vettel, que largou na pole position e manteve distância segura para Fernando Alonso e Felipe Massa. Ele só perdeu a liderança devido a um problema mecânico, deixando a Ferrari com a dobradinha.

Ecclestone: discussão não será neste momento

Bernie Ecclestone admitiu que o GP do Bahrein não teve espetáculo, mas também procurou não demonstrar preocupação, após apenas uma corrida.

“Não há pânico. A Fórmula 1 não está em crise”, disse ele, ao Times. “Não há nada que possamos fazer imediatamente, e não devemos nos lançar já em mudanças. Foi apenas a primeira prova, em que as equipes estavam aprendendo sobre o novo regulamento”.

O chefe da categoria colocou um prazo para analisar o Mundial e seu novo formato.

“Nós estamos envolvidos em quatro provas em que temos um longo deslocamento de avião. Então, vamos ver como os times se adaptam e estudaremos o caso apenas depois do GP da China”, afirmou ele, sobre a etapa que será realizada em 18 de abril. Após o Bahrein, os pilotos correm na Austrália, em 28 de março.

Muitas críticas foram feitas, mas Ecclestone recebeu apoio de algumas partes. Jacques Villeneuve afirmou que é muito cedo para qualquer decisão e que uma corrida, apenas, é muito pouco para tirar conclusões. Integrante da novata Lotus, Mike Gascoyne pediu cautela, mostrando ter a mesma opinião do ex-piloto Gerhard Berger.

Fonte: esporte.uol.com.br

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Fim do reabastecimento acirra disputa entre fornecedores de gasolina na F-1

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quarta-feira, 10 de março de 2010
Rubinho sem combustível em 2003 no GP Brasil

Rubinho sem combustível em 2003 no GP Brasil

De todas as mudanças no regulamento da Fórmula 1 para a temporada 2010, o fim do reabastecimento foi a que gerou maiores transformações. Além de projetar carros totalmente diferentes dos usados nas últimas temporadas, já que o tanque de combustível agora é bem maior que seus antecessores, as equipes terão de se preocupar com o consumo e o risco de pane seca no final das corridas.

Para Gilberto Pose, engenheiro de combustíveis da Shell (fornecedora de gasolina da Ferrari), a maior atenção dada aos combustíveis nesta temporada acirra a competição entre as fornecedoras, que irão travar uma batalha particular em busca da gasolina que gere o melhor desempenho possível para o carro de suas equipes.

“A competição gera uma comparação. Existe uma especificação da FIA a ser seguida no desenvolvimento dos combustíveis. Mas dentro disso temos uma faixa de manobra, e isso gera uma competição entre as distribuidoras. E para o público, pode gerar a percepção de que aquela marca pode ter ajudado mais que a outra ao analisar o desempenho de uma determinada equipe”, explicou Pose.

No entanto, a influência do combustível será mais importante em provas específicas. Para Rogério Gonçalves, coordenador técnico do programa de F-1 da Petrobras, a gasolina terá maior importância nas provas disputas em pistas onde o consumo de combustível é mais significativo.

“Alguns projetos [de carros] podem estar com a gasolina muito no limite, principalmente em algumas pistas onde o consumo é mais crítico. É possível que os fornecedores desenvolvam uma gasolina específica para essas pistas. Sem dúvida, nessas pistas mais críticas, [a gasolina] será mais determinante. Mas nos circuitos onde você só busca potência, será como antes”, disse Gonçalves, que trabalhou por 11 temporadas na parceria entre a Petrobras e a equipe Williams.

Para o especialista da Petrobras, o risco de pane seca vai aumentar bastante em 2010. “Acho que o risco é grande. Só que as equipes tem artifícios para minimizar isso. Limitando a potência do motor, por exemplo. Provavelmente algumas vão solicitar isso aos pilotos”, falou Gonçalves.

A opinião é compartilhada pelo brasileiro Rubens Barrichello. “Os testes mostraram que em alguns circuitos os pilotos não poderão exigir tudo do carro a fim de reduzir o consumo da gasolina para receber a bandeirada”, disse o piloto da Williams.

 

Fonte> esportes.uol.com.br

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Após testes, Williams, Force India e Sauber surgem como possíveis surpresas

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Com o fim do reabastecimento, as equipes testaram diferentes condições em seus carros ao longo da pré-temporada, o que tornou difícil a avaliação de quem está mais forte para 2010. No entanto, Williams, Force India e Sauber mostraram ter potencial para incomodar as favoritas.

A Sauber surpreendeu logo na primeira semana da pré-temporada, em Valência. O time suíço ficou com o terceiro e o quarto melhores tempos, com Kamui Kobayashi e Pedro de la Rosa, respectivamente. A equipe só ficou atrás dos carros da Ferrari, mas deixou as favoritas McLaren e Mercedes para trás.

Ao todo, a Sauber conseguiu se colocar entre os três melhores tempos em sete dos 15 dias de treinos, empatando com a Ferrari e perdendo apenas para a McLaren, líder nesse quesito, com oito. O time de Peter Sauber liderou a tabela de tempos em uma oportunidade, com Kamui Kobayashi no segundo dia em Jerez. No entanto, apesar de participar de todos os treinos da pré-temporada, a equipe foi apenas a sétima com maior quilometragem, rodando 5.108 km.

Neste quesito, foi a Williams que se destacou. O time inglês foi o segundo que mais testou, com 6.801 km rodados, ficando atrás somente da Ferrari, o que mostra que o time de Rubens Barrichello enfrentou poucos problemas de confiabilidade. Além disso, esteve cinco vezes entre as três mais rápidas, mesmo número que Mercedes e Red Bull.

A Williams liderou dois dias de treinos. Rubinho foi o mais rápido uma vez em Jerez, enquanto Nico Hulkenberg liderou o segundo dia da última semana, em Barcelona. Os resultados do time deixaram o veterano piloto brasileiro confiante.

“Penso que a Williams pode ser uma das equipes que podem surpreender este ano. Mas é difícil julgar”, falou Barrichello, que desconfia que algumas equipes esconderam o jogo e não mostraram todo seu potencial durante a pré-temporada.

“Tem gente ainda guardando segredo. Algumas equipes foram muito bem em ritmo de corrida e acho que elas podem andar mais com pouca gasolina do que demonstraram. Temos um grupo muito equilibrado na frente, mas talvez a Ferrari e a Red Bull tenham algumas cartas na manga”, disse o brasileiro em entrevista ao Tazio.

Apesar de rodar apenas 4.088 km e não figurar entre as três primeiras em nenhum dia de treinos, a Force India mostrou velocidade justamente em Barcelona, pista onde a comparação ficou um pouco mais clara, já que todas as equipes chegaram a testar com o carro leve, com configuração de classificação.

Adrian Sutil cravou o quarto melhor tempo daquela semana, a última da pré-temporada, quando os 12 primeiros colocados ficaram separados por apenas meio segundo, o que mostrou grande equilíbrio. Hulkenberg ficou com o quinto tempo, enquanto Barrichello foi décimo. A Sauber ficou um pouco atrás, com Kobayashi em 11º, seguido por seu companheiro De la Rosa.

Fonte: esporte.uol.com.br

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Pré-temporada atípica da Fórmula 1 aponta três favoritas para 2010

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quarta-feira, 3 de março de 2010
Infográfico

Infográfico

O fim do reabastecimento forçou as equipes a testarem diferentes condições em seus carros durante a pré-temporada de Fórmula 1 e embaralhou as possíveis avaliações. Dentro do emaranhado de análises possíveis, os principais números dos 15 dias de testes coletivos apontam Ferrari, McLaren e Red Bull como principais candidatas ao título em 2010.

A reverberada disputa entre as três escuderias se reflete, principalmente, no número de dias que cada uma esteve na liderança – três cada. As estatísticas mais óbvias apontam uma McLaren ligeiramente superior às demais.

O time que reúne os dois últimos campeões mundiais fez os melhores tempos de Jerez de La Frontera e Barcelona. Além disso, a McLaren também foi a equipe que mais vezes esteve entre as três melhores da sessão, com oito “pódios”, contra sete de Ferrari e Sauber, que ficam no segundo lugar no quesito.

Na prática, porém, este suposto predomínio é questionável. Líder absoluta em Valência, quando foi a mais rápida nos três dias de testes, a Ferrari não voltou a liderar nenhuma sessão e apostou no tempo de pista. Com uma estratégia mais próxima da simulação de corrida, correu 7.349 km, mais de 500 km a mais que a Williams, segunda equipe que mais testou.

A Red Bull, por sua vez, pode se escorar no número reduzido de dias. Como só lançou seu novo carro no dia 10 de fevereiro, a equipe de Sebastian Vettel e Mark Webber perdeu as sessões de Valência. Apesar da suposta desvantagem, o time austríaco reduziu a diferença com três lideranças e cinco pódios, mesmo número da Mercedes, que esteve presente em todos os dias.

A escuderia de Schumacher, inclusive, é a que mais desperta dúvida às vésperas do início da competição. Apontada como uma das favoritas por contar com a herança da Brawn GP, campeã de pilotos e construtores em 2009, a Mercedes foi a mais rápida em apenas dois dias, sempre com Nico Rosberg.

Além disso, teve dificuldades para figurar entre os melhores tempos no fim de todas as semanas de testes. O melhor resultado foi o de Michael Schumacher, sétimo geral nos três dias de Valência.

O panorama apresentado pela pré-temporada, apesar de inconclusivo, dá sinais claros de que o fenômeno de 2009 não deve se repetir. Na ocasião, Brawn GP e Williams se sobressaíram nos testes, e a primeira terminou o ano como vencedora. Ferrari e McLaren, as mais tradicionais do grid, decepcionaram na temporada passada, mas agora viram seus carros “nascerem bem”.

fonte: esporte.uol.com.br

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“Michael Schumacher é o mesmo de antigamente”, diz Ross Brawn

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segunda-feira, 1 de março de 2010
Michael Schumacher

Michael Schumacher

O chefe da Mercedes GP, Ross Brawn, disse que Michael Schumacher é o mesmo piloto com o qual trabalhou durante vários anos na Ferrari antes do alemão se aposentar no final de 2006. O heptacampeão mundial está voltando às pistas na equipe da montadora alemã, novamente ao lado de Brawn.

“Ele está muito parecido com o que eu me lembro. Obviamente ele parou porque estava um pouco cansado de Formula 1, mas está de volta agora. Está muito apaixonado pelas corridas novamente, e trabalhando muito forte com Nico [Rosberg] para melhorar o carro”, falou.

O chefe da Mercedes disse que Schumacher está se adaptando perfeitamente à nova equipe, e avalia que o alemão estará 100% pronto para correr em breve.

“Você nunca sabe totalmente como ele está, porque nós não estamos aptos a testar os dois pilotos no mesmo dia e no mesmo carro, mas estou certo de que ele por si só vai encontrar o seu melhor na hora certa. Isso é natural”, afirmou.

Brawn também admite que Schumacher e seu companheiro Nico Rosberg tiveram desempenhos muito semelhantes durantes os testes da pré-temporada.

“Parece que a diferença é muito estreita entre os dois. Você não gostaria de ver um deles ficando pra trás, mas julgando as comparações de todos os dias eles estão muito próximos”, contou Brawn.

“Mas não acho que eles sabem como estão porque as pistas são sempre diferentes umas das outras. É muito difícil fazer comparações, mas acho que ambos estão se tornando competitivos”, finalizou o chefe da Mercedes.

fonte:esporte.uol.com.br

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